quinta-feira, 29 de março de 2012

Justin Bieber entra para "Os Mercenários 2"



Fãs de Selena Gomez, a supergata que fisgou o coração (e o bilau) do cantorzinho mais jovem do pop infantil americano, tremei: Justin Bieber entra para o elenco de brucutus de "Os Mercenários 2". Depois da confirmação do "rato" Bruce Willis e da possível confirmação do Grande Anão Branco Jean Claude Van Damme, agora é a vez do pirralho mostrar que é bom de porrada. As negociações estão adiantadas, como mostra a foto acima.

Para quem duvida é só tentar tascar um beijinho na Selena Gomez, que o fedelho fica uma fera.

segunda-feira, 12 de março de 2012

No discurso, é uma maravilha, mas na prática...

Todo mundo que leu nos meios de comunicação sobre o "funk" carioca, já deve ter percebido que nos textos que apresentam o "gênero", é aquela maravilha: poses de pós-moderno, referenciais intelectualizados e muitos elogios complexos, como se o "funk" fosse um tipo de cultura superior que acelera a evolução intelectual da sociedade.

Isso se não for tocado algum exemplar do "gênero", pois se for tocado, estará claro que esse discurso de defesa tão pomposo não passa de uma mentira elaborada para enganar a todos, dando a impressão de que o "funk" é importante para a cultura brasileira.

Mas quando a gente ouve, é aquele ritmo tosco, malfeito, batidas repetitivas, letras imbecis , muitas de conteúdo grotesco e way of life digno do mais grotesco dos trogloditas. "Funk" demonstra na prática ser algo tipicamente feito pelos "sem-noção" e os discursos de defesa não conseguem convencer quem tem uma visão esclarecida sobre o que acontece no mundo.

Tá na cara que esse "gênero" musical nefasto e muito mal feito vai cair com a evolução da sociedade, levando seus defensores junto. Pois quem defende algo tão indigno e baixo-astral, merece cair junto com aqueles que produzem esse verdadeiro cocô sonoro, que não para de ridicularizar e indignar o povo das classes carentes.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

"Funk" Carioca: quem defende não tem senso do ridículo

É sempre assim, vem um carinha com fala calma, geralmente um "intelectual" consagrado, falando maravilhas sobre o "funk" carioca. Fala das supostas qualidades musicais, da suposta criatividade de seus integrantes, da alegria do morro, do assistencialismo, da arte, blá, blá e blá.

Tudo parece lindo, maravilhoso, se não lembrarmos das características desse tal de "funk" carioca. Um ritmo pobre, grosseiro, mal feito, mal mixado, com coreografias que ultrapassam a barreira do rídiculo e do bom senso e o principal: comandado e executado por gente sem educação, sem cultura, sem classe, que só conhece as coisas através do rádio e da TV aberta, não procurando se informar em outros meios senão a mídia oficial.

Gente que não sabe ou não gosta de ler livros, que fala muito mal, que pensa pior ainda e que comete incoerências o tempo todo. Agora eu pergunto: devemos entregar as rédeas da cultura brasileira a gente desse tipo?

Para piorar, esse tipo de música tem acordos mútuos com pornografia e com a criminalidade, ou seja, além de ruim pacas, de ser feita por ignorantes (literalmete falando), ainda vai contra a moral, as leis e o bom-senso. Repito a pergunta: devemos entregar as rédeas da cultura brasileira a gente desse tipo?

É uma irresponsabilidade defender esse tipo de mentalidade e dar o título de patrimônio cultural a essa gentalha mais suja, irracional e indigna que porcos, o que sinaliza uma época em que a maioria da população adere às incoerências, talvez com uma peninha do povo pobre, achando que o "funk" carioca é a mais legítima manifestação de alegria desse povo. E não é.

O povo pobre é literalmente carente de tudo e isso cria uma insegurança que se transforma em vulnerabilidade. Aí vem um espertinho, com papo sedutor, se aproveitando do fato que sem educação, o indivíduo, já vulnerável a qualquer malandro esperto e a qualquer discurso envolvente, cai como um patinho nesse discurso e faz o que o malandro deseja. Isso acontece em todos os setores: saúde, segurança, e agora na educação e na cultura. E o pobre, ingenuamente acredita que está sendo valorizado.

Bingo! A sociedade agora está feliz! Os ricos não precisam mais dar dinheiro e nem oportunidades ao pobre para dizerem que "gostam de pobre". Basta balançar o popozão junto com eles, do mesmo jeito. Aí mais uma vez o pobre se sente valorizado, mesmo que falsamente.

A origem dessa porcaria toda está fazendo 20 anos ludibriando o povo pobre com essa tosqueira malfeita que usa erradamente o rótulo de "funk" para se promover. Quem entende de música sabe que essa pasmaceira não é "funk". Funk é James Brown, é Earth Wind & Fire, é Motown, é Tim Maia, King Combo e até mesmo Maroon 5 e Jota Quest , raramente rotulados como tal, representam muito mais o funk que os analfabetos culturais (tipo de analfabetismo em que se sabe ler, sabe escrever, mas não sabe o que é cultura e arte) dos subúrbios cariocas. Mesmo Michael Jackson, consagrador do gênero, grande papa do funk legítimo, discípulo de James Brown, não teve seu nome associado ao rótulo nos comentários sobre sua morte, talvez por desvalorização desse mesmo rótulo.

Os antigos bailes funk rolavam esses nomes que acabei de citar. Só que a partir de 1989, uns infelizes exportaram uma cretinice chamado "Miami Bass", grotesco, pornográfico e pobre em batidas e colocaram para rolar nesses bailes, absorvendo o rótulo.

Voltando ao assunto original, esses defensores parece que enxergam cabelo em ovo, falando mil maravilhas que não existem do patético e ridicularizante "funk" carioca, sem observar que esse tipo de música (se é que poderemos chamar isso de "música") é uma coleção completa dos maiores defeitos que encontramos em nossas vidas e em nossa cultura e que o Rio de Janeiro não precisa dessa poça-de-vômito musical para ter a sual cultura. Temos a maravilhosa bossa-nova, temos samba de grande qualidade e temos o rock carioca, iniciado com grande competência e qualidade pela Blitz, nas batutas do multi-homem Evandro Mesquita. O "funk" carioca é uma virose totalmente dispensável e desnecessária. É como cigarro: todos adoram mas nada faz senão gerar prejuízo.

Torcemos para que esse modismo acabe logo. Mas com certeza vai acabar, pois pessoas evoluídas e inteligentes descartarão logo esse rítmo tosco, como alguém que amadurece e larga a chupeta. Uma sociedade evoluída consome uma cultura evoluída e que os funqueiros vão fazer as suas batidas nos confins do umbral, que é o lugar reservado a gente brutal e atrasada que adere a esta bosta.

Funqueiros e simpatizantes: a idade das cavernas acabou há milhões de anos! Não tentem trazê-la de volta!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Funk não representa a favela

Um dos argumentos mais comuns dos defensores dessa moderna forma de grunhido que atende pelo nome de "funk" carioca é que o grotesco ritmo pertence e reflete o estilo de vida dos pobres. Isso é o que eu chamo de ofensa ao povo pobre.

Parece que esses defensores dessa atrocidade pensam que nós somos idiotas. Como é que algo claramente ridículo e tosco, malfeito, agressivo, ignorante, que expõe o povo das favelas ao ridículo, pode ser considerado "digno e sofisticado"?

Pensam que podem nos enganar com discursinhos pomposos, pensando que nós não conhecemos essa boçalidade que nos é esfregada na cara e nos nossos ouvidos a toda hora e de todos os meios. Conhecemos sim. E pelo jeito os defensores é que não conhecem o "funk" carioca. Principalmente os intelectualóides, que vivem fazendo elogios equivocados pensando em se tratar de um celeiro de obras-primas.

Para esses (in) dignos senhores intelectuais saberem, o "funk" carioca representa na verdade a volta aos tempos das cavernas, dos trogloditas. Tempos em que o animal então recém-transformado em humano aprendia a usar o cérebro.

Com tantas conquistas que tivemos dos séculos para cá, porque temos que voltar para o primitivismo? Somos obrigados a jogar fora toda a nossa evolução e experiência de vida para aceitar algo que diminui ainda mais o valor do ser humano?

E o povo pobre, que sofre diariamente com a má qualidade da saúde, da segurança, da infra-estrutura e sobretudo da educação, agora terá que aguentar a má qualidade de seu lazer, sobretudo na música? Música boa é só para rico? Nos obrigam a aceitar o "funk" carioca; não seria melhor induzir o povo pobre a ouvir música de qualidade, como Tom Jobim, Radamés Gnatalli, Pixinguinha e até Cartola*?

Que esses defensores dessa verdadeira sessão de humilhação da classe humilde que eles querem transformar em "cultura" (por vias escusas, é claro) possam reconhecer de uma vez por todas que quando a humanidade se evoluir, os funqueiros terão que assumir de vez as suas características de simples modismo e aprender a "cantar" na linguagem dos vermes, pois são os únicos que terão disposição para ouvir essas atrocidades que os MCs cospem em nossos ouvidos.

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* NOTA: Cartola, famoso compositor brasileiro, morava em uma favela, mas tinha inteligência e sensibilidade naturais, graças a isso, pode compôr obras-primas como As Rosas não falam, O Mundo é um Moinho e outros clássicos. Sensibilidade e inteligência claramente ausentes nos popularescos atualmente, sobretudo no grotesco "funk" carioca.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Como o "funk" carioca consegue adeptos estrangeiros



O que os mais esclarecidos sabem e a grande massa não, é que o popularesco brasileiro não tem boa aceitação nos paises desenvolvidos. Quando são aceitos, geralmente por uma minoria, são vistos como uma bobagem, como macaquinhos de realejo que fazem as pessoas sorrirem, só isso.

Mas nesses paises, de gente muito bem educada (que não aceita bem nem os próprios "gênios", como Michael Jackson, Whitney Houston, Kenny G, Britneys, Beyoncés, Emos, Boy-bands, que eles tentam empurrar para nós, povo deslumbrado), o popularesco é algo que não ultrapassa as barreiras do meramente risível.

O que dirá do medonho "funk" carioca, com seu som tosco, suas letras malfeitas e suas dancinhas ridicularizantes? Mas os funqueiros, modismo do momento que quer se impor como a nova cultura oficial do país, com objetivos claramente e puramente financeiros. E para isso, recebe a adesão forçada de artistas, intelectuais, políticos e o escambau, aqui no Brasil. Mas como são gente arrogante e teimosa, nunca estão satisfeitos e querem dominar o mundo.

Mas como não são reconhecidos pelas vias normais (tiveram que recorrer a ALERJ - e não ao IPHAN - para obter um título que não conseguem obter naturalmente: o de movimento cultural), o jeito é apelar.

Quando alguém envolvido (geralmente um acessor) com essa picaretagem que atende pelo rótulo - roubado (pega, ladrão!!!) - de "funk" entra em contato com algum nome estrangeiro, ele apresenta o dito "ritmo", assim na marra e vai fazendo o lobby, utilizando aquele discursinho pomposo que amansa o trevoso gênero "musical". Aí inventam que o tal nome estrangeiro está "interessado" no "funk", como se o tal "ritmo" estivesse fazendo sucesso no mundo todo. E o povo analfabeto, vulnerável a rapinas como esses funqueiros, cai direitinho na cilada, pensando que "seu" ritmo está estouradaço lá fora. É uma forma nova de jabá, para promover o "funk".

Nós, que somos esclarecidos e temos o senso do ridículo, sabemos muito bem que este estrume "musical" na verdade está com medo de sair da moda e levar seus envolvidos à falência financeira. Desesperados, apelam pra tudo para tentar o impossível: perpetuar algo grosseiro e rídículo, que tenta trazer de volta todo o primitivismo dos tempos das cavernas, ignorando que estamos em tempos de evolução.

Que os funqueiros, todos, vão fazer UGA-UGA pras paredes, pois o Século XXI não foi e nem será feito para trogloditas como eles. Num mundo evoluído não há espaço para funqueiros. Eu nem vou chamá-los de macacos por que os pobres bichinhos merecem respeito. Xingar os funqueiros dessa forma é ofender os macacos, gente muito mais evoluída que os defensores dessa grosseria "musical".

A evolução de música brasileira através da sua decadência? Essa não!

Os elogios exagerados à Wando e uma declaração da cantora Céu, além do sucesso de Michel Teló e da consagração de ritmos de mau gosto como o "funk" carioca e o tecnobrega, além de uma série de fatos que observo, acabam trazendo uma péssima notícia para a cultura brasileira. pelo jeito, muitos acabaram se convencendo de que a música brasileira vai se "evoluir" através de sua decadência.

Céu deu uma declaração de que acha "maravilhoso" a música brega, ouvida nas beiras de estrada. Outra cantora surgida simultaneamente com Céu, Tiê, já havia decidido regravar algumas músicas bregas em seu repertório. É triste pois essas cantoras não são bregas e não sabem que estão entregando as suas cabeças para a guilhotina.

Tudo está relacionado com a apologia a pobreza, que a mídia faz com insistente repetição e que a sociedade resolveu aderir. Até porque é mais fácil - e barato - comprar um microfone e uma câmera e dar a um pobre do que melhorar as suas condições de vida. melhorar a sua educação, nem pensar, já que pobre conscientizado é uma perigosa ameaça às elites.

Evolução se dá pela soma de qualidades, não pela sua subtração

Não sei que tipo de evolução as pessoas, incluindo alguns artistas e intelectuais querem para a música brasileira. Parece que todo o aprendizado que tivemos na música brasileira de muitos anos para cá deve ser jogado na lata de lixo, com a valorização de ídolos medíocres que nada fazem além do que algum cantor de chuveiro faz.

E é justamente essa similaridade com o cantor de chuveiro que é vista como "qualidade" pelos defensores do popularesco (axé, pagode, "sertanejo", "funk", brega e similares), já que estes acreditam que o que considero burrice e falta de vocação cultural é na verdade uma "pureza" que foi "recuperada" da música primitiva. Quem defende a decadência musical certamente confundiu precariedade com "pureza".

No passado notava-se um desenvolvimento da qualidade musical, que teve o seu auge na segunda metade da década de 60. Acreditava-se que tudo iria caminhar para a frente. Mas não caminhou. Um bando de bregas, já no início dos anos 70, já formatava a decadência musical por meio de cançõezinhas que pareciam ter saído de trabalhos infantis para uma escola. Coisas que negavam as qualidades novas que apareciam nas musicas que estavam se desenvolvendo.

Aos poucos, todo o aprendizado musical iria por água abaixo. Cada geração aparecia algo pior, e o ruim de antes, passa a ser considerado bom, tirando das pessoas a noção de "qualidade" transformando o medíocre em genial e levando os verdadeiros gênios ao esquecimento.

E essa falta de referenciais causada pelo esquecimento de nomes de verdadeira qualidade faz com que a música seja julgada não pelo que é, mas pelo que não é. Por exemplo, se numa época o axé de Chiclete com banana é considerado ruim, com o passar dos anos, surge algo pior, como o arrocha e o Chiclete com Banana, antes tido como o pior da música, passa a ganhar "respeito", só porque surgiu algo pior que aquilo que já era ruim. E desta forma, a qualidade musical vai gradativamente caindo.

Há esperança?

E a pegunta que não quer calar é: há esperança de não sermos mais enganados pela decadência cultural? Há se tomarmos algumas medidas:
- desenvolver o senso crítico
- ser mais exigente com a qualidade das músicas
- não julgar o valor cultural baseado no gosto pessoal
- não acreditar em tudo que a mídia oficial diz
- procurar referenciais do passado
- ler bastante livros sérios sobre música
- não ignorar os críticos musicais, mas ouvi-los com discernimento

Se estas medidas foram tomadas, talvez a breguice toda que se transforma em um modismo epidêmico caia de popularidade e possa desaparecer como uma brincadeira de criança que não co,bina com a maturidade de uma sociedade que necessita crescer.

A música faz parte da linguagem de um povo. E o popularesco é o nosso "gu-gu-da-dá" . Livremos dele para que possamos evoluir a nossa cultura e desenvolver nossas mentes. Senão ficaremos presos na infância insistente que achata a nossa auto estima.