sábado, 27 de janeiro de 2018

"Funk" um amontoado de modismos

Com certeza você não se lembra mais dos nomes dos MCs que fizeram sucesso durante cerca de 15 dias e sumiram repentinamente para dar lugar a outros modismos do "funk". E nem tem como. o "funk", do contrário que os seus defensores dizem, nada tem de cultural. É um produto criado para animar umas festinhas e só. 

As pessoas que veem brilhantismo no sempre tosco "funk" são gente que vive fora da realidade e revela um "wishful thinking" em ver pessoas sem talento musical e com intelecto atrofiado serem transformados da noite ara o dia em "gênios intelectuais da nova MPB".

O "funk" nunca passou de um amontoado de modismo a chamar a atenção das massas e dar muit dinheiro a MCs e empresários. Muitos "funkeiros" hoje vivem como magnatas em algum bairro rico distante das favelas onde nasceram e riem da cara daqueles trouxas que acreditam que a cultura brasileira vai se desenvolver dando espaço a este tipo de cultura malfeita.

E não se preocupem. Toddynho, Diguinho e Don Juan estão curtindo seus minutos de fama. Daqui a poucas semanas, eles vão sumir, gastando bem o dinheiro ganho, para dar lugar a novos modismos ansiosos por seu lugar ao sol.


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

"Funkeiros" ocupam sede da Rede Globo

Nesta manhã, "Funkeiros" ocupam a sede da Rede Globo, no Jardim Botânico. O motivo alegado pelo protesto é a participação da emissora no golpe que prejudicou as classes pobres. Mas o que se viu não foi exatamente um protesto e sim um baile "funk" ocorrido nas imediações da emissora.

A criatura se rebela contra o criador, pois a Globo foi a emissora que difundiu o "funk", ritmo de origem estrangeira surgido em Miami (??!!), terra do ultra-conservadorismo americano contra Cuba. O ritmo foi adaptado no Brasil com o acréscimo de um sampler de batidas de macumba feitos em teclados de pouco custo.

A emissora não levou a serio a manifestação, apenas tomando o cuidado para preservar o patrimônio, evitando depredações. Após o ocorrido sabe-se que tudo continuará na mesma, pois a manifestação em si não fere os interesses dos donos e patrocinadores da emissora. Pelo contrário, confirmando o sucesso das músicas do "funk" lançadas pela emissora.

Pelo jeito tudo não passou de uma festinha animada para um bando de alienados se divertir um pouquinho às custas de uma emissora que fingem odiar, mas fazem questão de assistir.

domingo, 11 de junho de 2017

Esquerda continua a usar o "funk" para oferecer a cara para a direita bater

Esquerdistas são ótimos quando falam de política, economia, leis e direitos humanos. Mas quando falam em cultura e em esportes, são um desastre. Só falam merda. E tem este troço de "funk" este ritmo chato, sem compromisso intelectual e totalmente malfeito que faz a esquerda gozar de prazer.
Houve um papo de que o "funk" seria criminalizado. Também não concordamos com isso pois um tipo de música não pode ser considerado crime só por ser ruim. Até o papo de que estimula a violência e o sexo não cola, pois há outros gêneros musicais que estimulam e ninguém está preocupado em criminaliza-lo. 

Mas como foi dito num desses sites que criticam o "funk", esse papo de criminalização mais parece uma propaganda às avessas em prol do "funk". Os defensores do "funk" decidiram usar o episódio para transformar o gênero, feito SOMENTE PARA DANÇAR em "ativismo social" e guerrilha de esquerda. E elegeram a sua "Anitta" Garibaldi. Adivinhem.

Agora os esquerdistas tentam usar uma cantora de música comercial, contratada por uma multinacional, que canta para ganhar dinheiro e sem qualquer tipo de engajamento político ou intelectual, para fazer do "funk" um ativismo social do tipo "vejo cabelo em casca de ovo e vou lutar para que isso seja admitido". Como se para a esquerda, povo pobre tem que ouvir merda sonora.

O texto que elogiou Anitta como "ativista social" ainda questionou o rotulo "falsa cultura" como se desse para fazer cultura sem cérebros. Não faz mal, para esta esquerda que gosta de ser ridicularizada pelas elites direitistas, bunda substitui o cérebro.

Como esquerdistas, nossa equipe se sente envergonhada, pois somos como Luís Nassif e o pessoal do Cinegnose, desejando que as classes populares tenham acesso à cultura de qualidade e não de um ritminho que mais parece som de videogame, com letras sem pé nem cabeça e que a todo custo, a base de muito coitadismo, tenta se impor cmo hegemonia cultural pelo Brasil.

As elites adoram uma esquerda ridícula. Com o "funk" a esquerda otária oferece com a maior alegria a sua cara para a elites direitistas baterem. E as elites vão batendo mesmo: e com força!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Representante de gênero musical blindado pela esquerda saúda juiz ídolo dos direitistas

Os esquerdistas mais ingênuos, que pensam que dá para fazer "cultura de verdade" usando como inspiração a música comercial que toca nas rádios e que nasceu em escritórios de gravadoras, por esta eles não esperavam. 

Uma representante do "funk", que os esquerdistas ingênuos - aqui somos de esquerda, mas não ingênuos - foi cumprimentar com empolgação ninguém menos que Sérgio Moro, juiz filiado ao PSDB, que é ídolo máximo dos direitistas e mais ainda dos fascistas.

Segundo texto do portal R7, Ludmila cumprimentou o juiz de forma empolgada, como se estivesse grata pela atuação do juiz, que segundo especialistas em direito, só comete erros e age como um carrasco parcial, nos moldes dos juízes do sistema fascista alemão.

Ludmila, que é vítima frequente de lamentáveis declarações de racismo, se esqueceu que boa parte dos racistas que a xingam são fãs fanáticos de Sérgio Moro e contam com a ação do juiz para "limpar" o país de todas as classes que supostamente ameaçam os interesses da elite branca, cristã, capitalista e patriarca.

Outra coisa a lembrar é que o evento em que Ludmila encontrou Moro é o mesmo onde o juiz foi fotografado alegremente com Aécio Neves, este envolvido em casos graves de corrupção, na presença de varias personalidades de direita.

A presença de Ludmila no evento foi pouco falada tanto pela imprensa golpista como pela imprensa alternativa. Há interesse de setores mais ingênuos da esquerda em desvincular o "funk" da direita, fazendo com que a presença da funkeira Ludmila no evento fosse ignorada ou esquecida.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Funkeira sem noção: "censura" do YouTube faz parte da ética do site

Das duas uma: ou a arrogante e superestimada funkeira Valesca Popozuda não conhece o YouTube ou ela está querendo se promover com o episódio. Pois ela fez um clipe semi-erótico com uma música cujo nome é um palavrão e que foi automaticamente bloqueado, de acordo com as políticas de petica do site.

Não foi censura coisa nenhuma. O YouTube faz isso com todos os clipes direcionados ao público adulto, sobretudo os que possuem conteúdo relativamente erótico. É para proteger as crianças e mais sensíveis de verem cenas que eles possivelmente não irão compreender. Esse bloqueio feito pelo YouTube é normal e corriqueiro. Nunca censura.

É mais um jogo feito pela arrogante funkeira (que quer ser a nova Ivete Sangalo, no sentido de querer mandar na cultura) para se promover como "politizada", enganando os trouxas que pensam que ela quer "melhorar" a cultura com sue musiqueta ruim e sua postura de pseudo-símbolo sexual.

Funkeira sem noção: vê se desce do salto alto, assume que é ruim, feia e vulgar e aprenda mais sobre os contratos de utilização das redes sociais. Censura é o que a mídia faz, te blindando e proibindo você de ser criticada pelos muitos erros que você comete!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Líder do Bonde do Rolê é fundador de entidade fascista

A esquerda que vê no "funk" a libertação das periferias caiu por terra. Foi revelado que o fundador da entidade fascista que ajudou a empurrar o golpe de 2016, o  ultra-retrógrado Movimento Brasil Livre (que de livre não tem nada), é o líder da banda curitibana de "funk" Bonde do Rolê, Pedro Ferreira.

As pessoas estão bem alienadas criando um maniqueísmo que diz que cultura de qualidade é de "direita" e cultura ruim é de "esquerda". É como serviço privado x público: rico consome produto de qualidade e o pobre que fique com a merda.

Mas hoje, isso nem faz sentido, se lembrarmos que os shows mais badalados de "sertanejo" e "funk" já atraem a jovem elite brasileira que vive trancafiada nos seus condomínios de luxo e nos seus caríssimos celulares de última geração, sem saber o que está acontecendo na vida real. Cantores de "funk" se encontram entre os que mais faturam em nosso país.

O "funk" carioca, o "Cabo Anselmo" do golpe de 2016, aos poucos se revela como projeto direitista para desmontar a periferia e ridicularizar as esquerdas. Triste é o pobre de esquerda que ainda se agarra ao seu queridinho "funk", seu ritmo-traíra.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

A Alerj decidirá que 6 de janeiro é "Dia do Funk"

O "Funk" carioca, o único ritmo que tem na pose de vítima como sua principal tática publicitária, poderá ganhar a sua data comemorativa, 6 de janeiro, curiosamente um período de férias escolares e profissionais. Curiosamente a iniciativa partiu de um vereador do golpista PMDB, André Lazaroni, secretário de esportes de Eduardo Paes e que apoiou Aécio Neves.

A esquerda precisa entender que o "funk" é iniciativa capitalista de degradação das classes populares e que suas características ofendem as classes pobres. Por isso não é estranho saber que um político de direita se lança em prol da iniciativa.

A decisão é de responsabilidade da Alerj, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que não possui competência técnica para decidir sobre cultura (a competência é do IPHAN). O processo que oficializará a data ainda está em andamento.

Os defensores do nefasto gênero vão continuar nos empurrado goela abaixo este ritmo tosco, burro, grotesco, malfeito, tentando desafiar a lógica, propondo que a qualidade musical vai melhorar através da sua piora, classificando como "cultura" algo que nada acrescenta de positivo à sociedade brasileira. Durma-se com um barulho desses.