sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cantar Funk é cagar pela boca

From ORKUT

É uma espécie de batida desconexa e repetitiva acompanhada por alguém desafinando ou grunhindo uma letra que até os chimpanzés achariam ruim.
O Funk é a perfeita fusão da estupidez, putas pagas, falta de talento e falta do que fazer. Funk também deriva do inglês Fuck ou Fucking já que é só e praticamente isso o que tem nas letras das "músicas".
"Cultura do funkeiro"

* Manifestações artísticas de funkeiro: Pichações no muro do preibói e tatuagem de maconha na testa.

*Manifestações sociais de funkeiro: Vai se fudê caraio!!! Seu branquelo de merda!! Zé povinho!!!

*Manifestações linguísticas de funkeiro: Véi, rapá, neguim, baurete, zé povim, bagulho.

*Manifestações comportamentais de funkeiro: Se foder num bailão do Mc Créu, atirar com um AK-47 no chefe da boca-de-fumo do outro lado do morro, matar o pai, aparecer todo dia de manhã em casa cheirando a esperma com os olhos vermelhos e lábios secos e larica.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Cabral diz que "funk" é "importante manifestação cultural"

Lendo o jornal de cerca de um ano atrás, eu soube que o governador do RJ, Sérgio Cabral Filho, vai dar incentivos financeiros a tosqueira conhecida como "funk" carioca, que ele define como "importante manifestação cultural" do Rio de Janeiro. Será que ele sabe o que está dizendo? Lamentável.

Nos últimos tempos, noto que a verdadeira cultura, se não está morta, perdeu a sua força. Foi substituída pelo entretenimento, caracterizado por atividades de lazer sem intenções de desenvolver o intelecto e o caráter da população brasileira. Como apenas o entretenimento chega ao conhecimento das pessoas de baixa escolaridade ou de senso crítico limitado, mas o rótulo "cultura" consegue chegar até eles, essa parcela da população - que, digamos, é bem expressiva - pensa que o entretenimento puro é "a cultura".

O "funk" carioca não possui características que o definam como "cultura". Compare a definição de cultura com as características do "funk":

CULTURA: forma de expressão, identidade e costumes de um grupo e a contribuição desta forma para o desenvolvimento intelectual e do bem estar desse mesmo grupo.

Características do "funk" carioca:

- É "produzido" por gente de baixíssima escolaridade e escassa informação cultural;

- A informação cultural é limitada ao que aparece no rádio e na TV;

- Coreografias ridicularizantes e humilhantes;

- Comportamento grotesco que lembra o de homens das cavernas;

- Apologia ao sexo, a violência e a valores fúteis;

- Ausência de preocupação quanto a melodia e arranjos, além de letras toscas com rimas óbvias;

- Claras intenções de ganhar dinheiro com a atividade;

- Fácil permuta com outros modismos;

- Patrocínio de pessoas envolvidas em atividades ilícitas;

- Criado como diversão pura, sem compromissos artísticos ou intelectualizantes;

- Arrogância agressiva e incapacidade de aceitar conselhos alheios;

- Estímulo a alienação e a acomodação do povo pobre, apesar de pose de "conscientizado";

- Nenhuma preocupação em desenvolver o intelecto da público-alvo;

Como uma "legítima manifestação cultural", pode ter essas características acima? Como algo que contribui para o atraso e a acomodação de um povo pode ser respeitado como "cultura superior"?

Ou o governador não sabe o que é cultura ou ele está querendo utilizar o "funk" carioca como meio de imobilização social, para que a população do Rio de Janeiro continue burra e alienada, feliz com os problemas de nosso cotidiano e assim, deixando a elite sossegada com o seu excesso financeiro e seu poder cada vez mais manipulador e egoísta, mantendo perpétua as desigualdades e enganando a população ao colocar o consumo no lugar de qualidade de vida.

Entretenimento é consumo, cultura é qualidade de vida.

E o "funk" o retorno definitivo e irreversível à Idade da Pedra.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Dá para seguir conselho de quem não serve como exemplo?

Ainda há pouco, um amigo no Facebook postou um cartaz onde aparece uma frase até boa, exemplar, mas a sua autoria foi atribuída a Mister Catra, que todos sabem - e ele mesmo não cansa de alardear seus defeitos (que para ele são "qualidades") - não é exemplo de humanidade para ninguém.

Tudo bem colocar frases que a gente gosta. Mas será que ditas por alguém que não serve como exemplo de caráter e inteligência, merecem ser seguidas. Será que Catra,um cara que não segue seus próprios conselhos, merece ser seguido? Claro que não. Frases lindas ditas por alguém como ele, soam hipócritas, pois está na cara que ele não as citou porque faz parte da filosofia dele. Foi para parecer "melhor" do que realmente é.

Muito fácil posar de cidadão responsável sem ser de fato. Ser, exige esforço e uma revisão de conceitos. E o pior: exige a recusa em muitos benefícios que consegue por uma vida alienada e irresponsável. No Brasil, é muito difícil abandonar convicções erradas quando se é beneficiado por elas. As pessoas só mudam de pensamento ou estilo de vida quando isso gera algum dano.

Catra além de deturpar a cultura nacional com a sua música de péssima qualidade, cheia de mensagens que estimulam uma vida grotesca e alienada, ainda é assumidamente machista e dizem, usuário de drogas e possivelmente amigo de seus vendedores - patrocinadores de sua "música", que na verdade não passa de barulho. Essas informações não estão confirmadas mas há indícios disto, até pelo ambiente onde vive e atua. Verdade ou não, Catra é com certeza alguém para ser ignorado.

Catra, apesar de ficar choramingando por espaço na mídia, o tem em abundância na Rede Globo, sua tutora invisível que lhe dá amplamente o microfone para o "admirável" funqueiro destilar as suas bobagens que só fariam sentido na Idade da Pedra. Se dermos razão a Catra, jogamos no lixo tudo que aprendemos desde então.

O bom senso e a lógica dizem que, para que um conselho possa fazer sentido, deve ser dito por alguém que tenha a capacidade de seguir o mesmo. Uma pessoa que gosta de dizer frases bonitas mas que em seu estilo de vida mostra total incoerência e em vários casos, contradição com o que diz , na verdade se torna um hipócrita, por defender na conversa algo que não consegue por em prática em seu cotidiano. Ou seja, suas belas frases perdem força.

Mas não precisamos de bons conselhos vindos de hipócritas. Não faltam bons exemplos que podem nos dar lições muito mais proveitosas que este "distinto" senhor. Antes de ouvirmos o que alguém diz, é preciso que conheçamos seu estilo de vida e suas ideias para vermos se o que ele diz não passa mesmo de uma autopromoção barata.

Na verdade, precisamos mesmo é de bons exemplos. Pessoas que não se limitem a falar bonito, mas a agir com responsabilidade, dando sentido às suas frases, evitando a hipocrisia e mostrando, através da atitude e do bom exemplo, como se deve realmente fazer para que vivamos em uma sociedade que deveria ser cada vez melhor e não está sendo, graças ao imerecido prestígio que certas pessoas possuem.

Definitivamente, dar ouvidos a um cara como Catra é jogar no lixo uma valiosa oportunidade de crescimento moral e intelectual. Quem dá razão a Catra só perde com isso.

domingo, 9 de setembro de 2012

Álcool, o elixir dos alienados

Já repararam que quanto mais a pessoa bebe, mais conservadora e acomodada ela fica? As pessoas que tem o hábito de beber álcool regularmente - salvo raríssimas (e põe raras nisso!) exceções - costumam não serem muito questionadoras, aceitando tranquilamente o mundo do jeito que está, por maiores que os problemas sejam.

Há muito se sabe que bebidas alcoólicas danificam e em alguns casos, matam células cerebrais, atrofiando algumas faculdades e deixando as pessoas inúteis e até chatas. Quem bebe fica sem controle durante a embriaguez, mas quando se recupera de uma crise ébria, muitas vezes não volta a ser 100% como era antes.  Se há possibilidade de recuperação cerebral, só se a pessoa abandonar o álcool de uma vez por todas e aguardar alguns anos para recuperar a capacidade perdida.

Mas isso é muito difícil, quase impossível, pois as bebidas alcoólicas, sejam destiladas ou fermentadas, são todas bebidas rituais na sociedade. Ou seja, quem bebe esse tipo de bebida faz com a intenção de fazer ou manter amizades. Como o ser humano é um ser social, todos ficam com medo de recusar uma bebida ritual e correr o risco de perder boas oportunidades de sociabilização, já que ninguém vive sozinho.

Com isso fica difícil melhorar as coisas, já que nossa humanidade, refém do álcool, prefere perder muitas coisas do que deixar de consumir nem que seja um só gole de um elixir que traz as supostas alegrias da vida em grupo, mas que pode cobrar depois um preço bem caro ao indivíduo e à sociedade da qual pertence.

Interessante o fato dos consumidores regulares de bebidas alcoólicas nunca contestarem nada que esteja ao seu redor. Nem mesmo contestar a dispensável e inútil regra social que os obriga a beber, eles conseguem.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

DJ MARLBORO CONTRA O "FUNK PORNOGRÁFICO"? FALA SÉRIO!!!


Por Alexandre Figueiredo - Extraído do Mingau de Aço

Um dos nomes mais pretensiosos e demagógicos do "funk carioca" é também um de seus maiores empresários. Fernando Matos da Matta, o DJ Marlboro, é famoso por dar declarações infelizes sobre o ritmo, não raro falando frases provocativas e mentirosas.

Ícone do chamado "funk exportação", onde a mesmice tradicional do "pancadão" é apenas tapeada por um "tempero de sampleagens" feito para turista inglês ver - e que, nem por isso, faz o ritmo ficar mais criativo - , o empresário-DJ deu uma entrevista recente à equipe do programa Profissão Repórter, no qual reforçou todo o pretensiosismo que alimenta a propaganda tendenciosa do gênero.

O DJ que um dia, cinicamente, disse que o "funk carioca" é "a verdadeira MPB", tenta reafirmar a suposta "miscigenação cultural" do ritmo, que não é mais do que um artifício publicitário. Afinal, ele é um dos nomes funqueiros que mais cobram caro por apresentação, tentando atrair os consumidores de classes mais abastadas.

E os jovens, mergulhados na mais gritante mediocrização cultural, mergulham direto. E o DJ Marlboro, rico e dotado de muito estrelismo - num tipo de arrogância pouco reconhecível por muitos, que é a arrogância dotada de muita simpatia, um narcisismo cordial - , ainda tentou dizer que "não toca o funk pornográfico".

O poder de influência do DJ Marlboro é tal nas Organizações Globo que durante um bom tempo ele estabeleceu uma cláusula contratual na qual atores e atrizes emergentes tinham que dançar um "baile funk" para manter contratos com publicidade e ganhar papéis de destaque em novelas da Rede Globo, sob pena de serem jogados ao ostracismo.

A manobra fez com que muitos atores jovens tivessem que "cair até o chão" na competitiva disputa de papéis de destaque em novelas, já que vários deles vieram do seriado Malhação ou faziam papéis secundários em novelas.

Quanto à suposta recusa do "funk pornográfico", para um DJ que fez parcerias com o É O Tchan através do CD Funk do Tchan (2001) e colocou as dançarinas do Bonde das Gostosudas para acompanhá-lo em eventos, a declaração soa bastante oportunista, se observarmos que quase todo "funk carioca" é pornográfico.

A própria "coreografia" do "funk carioca", inspirada claramente na "dança da boquinha da garrafa", é um bom indício disso. Não há como desmentir. E o DJ Marlboro sempre apoiou, com gosto, o "funk pornográfico", da mesma forma que o "sertanejo universitário" nada seria se não fosse Zezé di Camargo & Luciano.

Portanto, no brega-popularesco, os "pais" renegam seus "filhos", na tentativa dos primeiros soarem "melhores". Mas não são. E não convencem renegando o apoio que sempre tiveram no agravamento da mediocridade cultural que está tomando quase todos os espaços da cultura brasileira, infelizmente.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Música Brega foi feita para ser Comédia

Em tempos de decadência cultural, somada a ascenção das classes populares - chamadas de nova classe "C", através do consumismo, nota-se uma priorização da breguice e outras tendências que o bom senso considera ridículas.

Brega nunca foi feito para ser levado a sério, como está sendo, infelizmente, nos dias de hoje. A importância do brega para a cultura nacional é totalmente nula. Só serve para diversão mesmo. Como tirar lições de vida a algo criado por mentes tão ocas?

O problema é que a chamada "cultura" brega está sendo levada a sério por muitos, chegando a parecer que a cultura brasileira vai se "evoluir" com a aceitação de sua ruindade. Como se hoje ser ruim significa ser "melhor".

Mas o que muitos não sabem é que a música brega foi feita mesmo para ser comédia, para ser alvo de risada. Feliz é quem pensa desta forma. Reginaldo Rossi e Sidney Magal resolveram assumir como comediantes e se deram bem. Tanto que eu nem falo mal deles, pois eles entenderam a verdadeira função da breguice. Se Ivete Sangalo e Zezé Di Camargo, por exemplo, se assumissem como ridículos, sem a loucura de quererem ser "donos da MPB", talvez merecessem mais respeito.

A novela da 19 horas coloca o brega em seu lugar

O horário das 19 horas é reservado normalmente para as novelas mais cômicas. Isso não foge a regra atualmente, onde vemos Cheias de Charme, com uma trama que coloca a "cultura" brega na função de ridícula, de algo patético, feito para ser alvo de risada.

E é essa a função da breguice. O dia em que pararem de levar a sério e reconhecer que a cultura séria é totalmente diferente e algo que deve ser tratado separadamente, a cultura brasileira seguirá evoluindo tranquilamente, com os bregas limitados a seu universo cômico, se assumindo como palhaços sem máscaras.