sábado, 21 de janeiro de 2012

"Funk" vai desaparecer com a evolução da sociedade

O que os defensores do "funk" carioca sabem e fingem não saber é que o seu "movimento cultural" de proveta está com os seus dias contados, podem ser até muitos dias, mêses e até anos, mas estão contados, contadinhos.

Eles sabem porque demonstram desespero. Tiveram até que recorrer a ALERJ para tentar ganhar de graça, o rótulo de cultura. De bandeja, já que a referida instituição não tem formação técnica para dizer quem é ou não é cultura (atribuição inerente ao IPHAN). Com esse título, os funqueiros tentam perpetuar aquilo que claramente pode ser visto como simples modismo de gente grossa e ignorante.

Um monte de baboseiras explicitamente ridículas, feitas por gente sem noção, sem conhecimento musical, submisso aos meios de comunicação não tem condições de ser levado à sério. Tá na cara que os intelectuais que apoiam essa boçalidade estão "apontando o revólver para a sua própria cabeça", a não ser que estejam ganhando dinheiro das poderosas e zilionárias equipes de som, sustentadas pela Redes Globo e Band.

Quando a sociedade se evoluir, quando todas as pessoas se tornarem cultas e dotadas do senso de ridículo, que deixarem de confiar cegamente nos mercenários e anti-democráticos detentores dos meios de comunicação, o "funk" carioca e suas características patéticas e grosseiras, que desrespeitam o povo pobre, não terão nenhum boçal para lhe dar aplausos e como qualquer "cultura" postiça, irá cair no lodo do esquecimento sem ter oportunidade de volta.

O "funk" carioca e qualquer tendência do popularesco nunca terão vez numa sociedade culta, justa e organizada. Nunca.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Apoie a Operação Fone de Ouvido

Se você não aguenta mais ouvir aquelas porcarias através de algum engraçadinho que sentou perto de você, entre nesta campanha.

O alienado tem o direito de ouvir a porcaria que quiser, mas não pode é obrigar os outros a ouvir junto.

Ou ele é tão surdo que precisa do ouvido de outra pessoa para poder escutar?



A campanha anti "funk" já está no ar. Mas outras campanhas também já estão circulando.

Apoie todas para o bem da cultura brasileira e também do seu ouvido.




sábado, 14 de janeiro de 2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Big Bosta - vamos fazer a audiência dessa porcaria cair!!!

A Globo, não satisfeita em manipular a população com seu jornalismo tendencioso, suas novelas, com futebol, com propagandas, musicais e outros programas, ditando as normas, induzindo ideias e impondo o gosto do povo brasileiro, ela lança esse tal de "Big Brother", onde um bando de inúteis são trancados durante meses numa casa - com direito a sair durante o carnaval (???) - para ficarem à toa, falando nada sobre coisa nenhuma.

Um programa que reúne os valores mais inúteis da sociedade e que só serve para desvalorizar ainda mais o ser humano, além de impor padrões duvidosos de beleza pelo meio da suposta perfeição física da maior parte de seus "habitantes". Por isso que muita mulher anda preferindo um troglodita sarado do que um gentleman meio fora de forma. Uga-uga na cabeça.

Um jogo em que quem vence é o mais cara de pau. É aquele que consegue sacanear os outros, algo que, para os telespectadores desse programa, passa a ter um valor moral - "moral" do "mais forte" - , já que valores duvidosos e decadentes ganham aprovação social quando aparecem na tela da Globo.

Um jogo que, diga-se de passagem, tem cartas marcadas e roteiro pré definido.

Vamos desligar a TV na hora desta bosta e nunca pagar esse tal de "24 horas" para ver desocupados falando besteira na beira da piscina ou levando para cama gente tão imbecil que não acrescenta nada a ninguém.

Chega dessa Big Bosta. Estamos fartos de baixaria e enganação!

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Rede Globo vai intensificar marketing pró-"funk" carioca

A Rede Globo desta vez não vai descer até o chão. Nada disso. Vai descer até o esgoto, pelo ralo. Direto para os confins do umbral. Até os ratos e baratas estão com medo do que ela vai fazer: uma série sobre o abominável "funk" carioca.

Na tentativa de promover o nefasto "ritmo" como falsa salvação para a cultura brasileira, a Globo vai investir numa série dedicada ao gênero. Para a pesada tarefa, foi chamado o autor de Cidade de Deus, Paulo Lins, que terá a missão de ludibriar as massas com lendas que serão encaradas como verdades absolutas para transformar o "funk" carioca na "renovação cultural" do Brasil. A tragédia está para ser incluída na nova programação de 2012, após outro dejeto, o BBB e seu elenco de atores acéfalos e sem talento.

E dá-lhe mentiras e mais mentiras. Interessante que mentir virou a especialidade do povo brasileiro que afirma que vê maravilhas até em lixo radioativo.

E para quem gosta de mentir, ouvir mentiras não será tão ruim assim. E a Globo dará sua importante contribuição para a decadência definitiva da já decadente cultura brasileira, infectada pelos vermes do axé, pagode, "funk", "sertanejo", brega e todo o lixo que se parece com isso aí.

Pelo menos ninguém ficará posando de coitadinho, fingindo que e está fora da mídia.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Ricos aderem ao mau gosto musical

Ainda está arraigado na sociedade a equivocada ideia de que rico é sinônimo de inteligente e pobre, sinônimo de burro. É um erro que o cotidiano se esforça em corrigir, já que não faltam exemplos de que esse conceito é totalmente errado.

Está cada vez mais comum ver ricos e universitários aderindo ao mau gosto musical. Festas, shows e até declarações de admiração em sites de relacionamento, mostram que as classes mais altas resolveram abandonar a fama de "bom gosto" e cair na gandaia duvidosa do popularesco (axé, pagode, "sertanejo", "funk", brega e similares), a música de "povão". Muitos ricos chegam a ir para as favelas em busca de diversão.

Isso lembra muito a Idade Média, em que os responsáveis pelo entretenimento dos pobres, os chamados "bobos da corte" vinham das classes menos favorecidas.

Seria isso uma nova forma de populismo? Puxar o saco do pobre é o melhor modo de imobilizá-lo? A experiência tem demonstrado que sim.

Talvez isso esteja acontecendo por causa dos novos ricos (ex-pobres), que vão se entrosando com os ricaços tradicionais e "ensinando-os" que a "alegria" do brasileiro é empinar o traseiro.

Enquanto isso, muita gente humilde se esclarece, fugindo dessa orgia tosca do popularesco.

domingo, 6 de novembro de 2011

Troglodita assumido

Mister Catra, principal representante do pior gênero musical de todos os tempos, o "funk" carioca, ritmo composto das coreografias mais ridicularizantes e cujos integrantes adotam uma postura bem mau-caráter, mesmo quando finge de "bonzinhos", mostrou a sua verdadeira cara-de-pau, bastante coerente com o gênero que ele divulga.

Isso após de posar de "coitadinho" e de "sem mídia", mesmo sendo amigo íntimo de Luciano Huck (frequentador assíduo do programa do empresário narigudo) e presença certa nos factoides lançados no site EGO, pertencente às organizações Globo. Ele não é underground nem pra vó dele.

E boa gente não é mesmo. O infeliz lançou a seguinte pérola: "Todo macho mamífero é um animal com várias fêmeas", legitimando o machismo e a sexualidade vulgar, estimulando a não-evolução dos seres humanos. Dá para ver o que passa na cabeça de quem pertence a esse nefasto gênero que o Governo do Rio de Janeiro quer empurrar goela abaixo como se fosse uma cultura intelectualizada. Cultura que ridiculariza o ser humano não é cultura.

Mais um retrato da crise que envolve o popularesco, a música de "povão". Após a briga de Zezé Di Camargo com seu irmão Luciano e a declaração de Latino de que "quem me acha cafona, está desatualizado", ainda temos que aguentar essa bobagem do Mister Catra. Quem será o próximo cantor brega a lançar a sua bobagem ao ar?