sábado, 11 de fevereiro de 2012

Sendo curto e grosso contra o "funk"

Não aguento mais essa gentalha ficar defendendo essa barulhada insuportável, repetitiva, violenta e pornográfica que vivem chamando de "funk" carioca (Favela Bass). Obrigar os pobres a se identificarem com tamanha porcaria é tão ofensivo, ou mais, que o comentário que um determinado jornalista, ex-caçador de comunistas, fez contra os lixeiros. Quem tem a mente no lugar sabe que esse "funk" é ridículo e indigno.

Na comunidade Eu odeio Funk, no Orkut, lancei o seguinte comentário, em resposta a um tópico que fala do Bonde do Rolê, lixo musical que tenta unir roquinho ruim com o "funk" carioca, axé e brega, com letras de baixo calão, só que feito no "sofisticado" sul do país. A quadrilha, que atende pelo nome de mau gosto, disse que o "preconceito com o funk" é apenas pelo fato de "serem pobres".

Com certeza, se eu "obrigasse" os pobres a ouvirem Edu Lobo, João Donato e Moacir Santos, os defensores do "funk" iriam reclamar.

Leiam meu comentário:

A rejeição ao funk, que NÃO é PRECONCEITUOSA (preconceituosos são os que ACEITAM o "funk", pois a palavra "preconceito" não é sinônimo de rejeição, como quase todos pensam - aceitar sem verificar também é preconceito) é por causa de sua BAIXA QUALIDADE MUSICAL e PELAS BAIXARIAS que aparecem associadas ao universo do "funk".

Todos aqueles que defendem o "funk" SEM EXCEÇÃO são ignorantes que só tem merda na cabeça e que odeiam pobres, pois gostam dever o povo humilde sendo ridicularizado dessa forma.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

El País defendeu o "funk", o Estadão assinou embaixo

COMENTÁRIO DESTE BLOGUE: Para quem não sabe, o "El País" é um dos jornais de direita que estão sendo combatidos pela presidente Christina Kirshner. Ela apoiou o nefasto "funk", que segundo alguns, está sendo imposto goela abaixo aos brasileiros a mando dos EUA para que a população carente permaneça imobilizada.

EL PAÍS PUBLICOU TEXTO EM DEFESA DO "FUNK CARIOCA". E O ESTADÃO ASSINOU EMBAIXO

Por Alexandre Figueiredo - Mingau de Aço

O "funk carioca" em nenhum momento esteve fora da velha grande mídia. Ele é cria dela, faz parte dela. E mais uma prova disso é que o jornal argentino El País, em reportagem publicada há cerca de um ano, chamou a atenção para a "pacificação das favelas" como fator de "revolução" no "funk carioca", conhecido por suas letras chulas e por sua qualidade sonora ruim por natureza.

Sabe-se que El País é um dos veículos da grande mídia argentina, "perseguido" pela Ley de Medios da presidenta Cristina Kirschner, e a reportagem que publicou foi corroborada pelo colaborador do Radar Econômico de O Estado de São Paulo, Alcides Leite Trevisan, economista e professor da Trevisan Escola de Negócios.

Aliás, para todo efeito, continua valendo aqui o fato de que O Estado de São Paulo é um jornal oligárquico, da ultraconservadora famiglia Mesquita, que adota posições retrógradas desde que surgiu. E que acha melhor apoiar o "funk carioca" e o tecnobrega do que reconhecer as passeatas dos sem-terra, o sofrimento dos desabrigados de Pinheirinho e os protestos contra o desemprego, a violência contra as mulheres e o racismo.

Alcides Leite é figura muito querida pelo pessoal do Instituto Millenium, o famoso clube de intelectuais conservadores do país, versão atualizada do antigo IPES. E foi ele que havia citado a reportagem, apostando no mito de que basta o "funk carioca" abolir temas violentos ou pornográficos que "ficará melhor".

O economista cita um exemplo do "funk carioca" com temáticas "cidadãs", dentro daquela morosidade que conhecemos no chamado "funk de raiz" do começo dos anos 90. É o MC Henrico, intérprete do seguinte trecho, politicamente correto: "O exemplo dos jovens é uma arma e um bandido. Ainda sonho em ver meu filho armado com um livro".

Que livro o tal "filho" do funqueiro deve ler não se sabe. Talvez algum do Merval Pereira ou do Ali Kamel, quem sabe? Ou talvez algum da Yoani Sanchez, por exemplo. Ou, para começar, o tal livro de Pedro Bial, figura mais conhecida, sobre o "doutor" Roberto Marinho. Ou então um livro de Silas Malafaia e suas pregações "religiosas".

O que se sabe é que esse direitismo do "funk carioca" está se tornando mais claro e evidente. E o apoio da velha grande mídia a esse ritmo, independente de suas letras serem ou não "mais vulgares", isso é só um detalhe. O discurso de que botar letras "mais cidadãs" vai melhorar o "funk carioca" não passa de conversa para boi dormir.

Afinal, Valesca Popozuda e Mr. Catra fazem suas grosserias, e eles estão livres e soltos nos ambientes da velha grande mídia. As baixarias que eles promovem não os impedem de serem celebridades aparecendo nas revistas sobre famosos, na TV aberta, até mesmo no colunismo social.

E são até premiados com viagens ao exterior, como no caso da Valesca, que viajou para Hollywood. Quem é que banca essa "gente humilde", "pobre de marré de si", para excursionar no exterior é algo que merece investigação (alô, Caros Amigos, revista Fórum!! Acordem!!).

Botar letras "cidadãs" ou não, embora seja anunciado como uma "necessidade", acaba sendo algo secundário. Até porque o "funk" vende mais com temáticas e posturas mais chulas. E não serão letras "mais cidadãs" que farão o "funk" ficar melhor ou pior, até porque sua natureza sonora é sempre ruim. Mas interessa ao mercado manter o império do "mau gosto". Tudo às custas de uma intelectualidade empenhada em persuadir as plateias.

É como se diz a um desavisado: "É o capitalismo, estúpido!".

Funk nunca vai se dissociar de sexo e violência

Com toda a tosqueira e baixaria que fazem parte do "movimento" do "funk" carioca, concluímos que nunca, mas NUNCA, o tal ritmo irá se separar do sexo e violência. Simples. Como é um "movimento" de gente primitiva, grotesca, ignorante e gente desse tipo gosta de sexo e de violência, típicos de "bichos" que estão aprendendo a se "tornar humano", imaginar o tosco e hegemônico ritmo popularesco sem sexo e violência é imaginar o mesmo sem sua essência.

Já disse e repito: quando a sociedade se evoluir e todos se tornarem intelectualizados (não como os "intelectuais" de araque que querem se promover apoiando o duvidoso "movimento"), as tosqueiras porno-agressivas do "funk" carioca terão que cantar seus hinos de bostas para o ar ouvir, já que gente realmente inteligente não possui ouvidos para destilar toda essa droga.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Evidências que provam que "funk" carioca nada tem de cultura

O gênero "musical" mais arrogante e pretensioso do momento, que muitos insistem em chamar de "funk" carioca e que o nosso amigo e blogueiro Leonardo Ivo sabiamente propôs a chamar de Favela Bass (se bem que agora ninguém mais usa "favela", agora é "comunidade", pra ficar mais "bonitinho"), insiste em querer ser a "cultura oficial" do Rio de Janeiro (como se no estado não se produzisse outro tipo de música), com direito a um grande misto de shopping-center com museu que irá ser construído no Gasômetro (vai explodir! vai explodir!), para perpetuar o interesse puramente monetário dos donos de equipes de som, gente tão caridosa quanto Berlusconi, Collor ou qualquer fascistinha juvenil solto nas esquinas.

Esse ritmo que expõe o povo pobre a uma humilhação sem tamanho e que é ruim e incômodo de se ouvir nunca pode ser considerado cultura. Suas características justificam isso:

- Cultura gera conhecimento. Que conhecimento umas vozes gaguejando repetidamente frases sem sentido, com coreografias ridículas de empinamento de traseiro podem oferecer ao povo pobre?

- As letras e as informações musicais claramente mostradas nas "obras" daquilo que é conhecido como "funk", denuncia que os envolvidos possuem claramente um limitadíssimo nível intelectual. Típico de quem nunca leu ou pesquisou ou porque não pode ou porque não quis, devido à falta de incentivo educacional correto por parte do meio em que vivem. Mesmo as letras "de protesto" mostram tosqueira e falta de talento e falta de informação musical.

- A associação com a violência e com o sexo, eterna, graças a truculência estimulada pelo universo do tal gênero, mostram uma imagem errada do povo pobre e o coloca em uma situação humilhante e desrespeitosa, que só uma melhor qualidade na educação poderá tirar. E nem adianta dissociar o gênero ao sexo e à violência. Somente quem gosta de "funk" e gente violenta e pornográfica. Gente evoluída, classuda e verdadeiramente inteligente e culta, é muito exigente culturalmente e reprova o "funk"carioca.

- Tá na cara que as riquíssimas equipes de som não estão interessadas em valorizar o povo pobre. Querem enriquecer as custas dele (quem não tem paga a quem tem em excesso) e também manobrá-lo, já que o povo pobre é contestador em potencial, graças à má qualidade de vida que possui. E a "culturização" do "funk" é para perpetuar os ganhos financeiros.

- O "funk" carioca, além de tosco, não possui nenhuma obra-prima, seus ídolos aparecem e desaparecem feito cometas (como ocorre na dance-music), tem características evidentes de modismo e são dominados por Disq-jóqueis (os populares D.J.'s), o que tira de qualquer tentativa de autenticação. Na melhor das hipóteses, é feito para dançar e descartar.

- Como classificar de "cultura" um gênero que para começar, tem rótulo roubado de outro gênero que nada tem a ver?

Esses pontos mostram que o "funk" carioca nunca pode ser considerado cultura e quem apoiar o nefasto gênero, vai cair junto com ele, pois sociedade evoluída nunca tolera esse trogloditismo musical.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O "funk" carioca está autoritário e arrogante demais!!!

Mesmo assim, tudo que eu puder fazer para destruir o "funk" carioca eu farei!

O bicho pode ser grande e feio, mas é um fracote. Ele já tem dia certo para cair. Não sei qual dia, mas a data já está marcada. E não deve demorar muito.

Enquanto isso, desesperados, os funqueiros vão arrematando simpatizantes "de peso" para tentarem se manter em pé. Não sabem que o que é grotesco e tosco não sobrevive em sociedade evoluída.

Os funqueiros se sustentam com pilastras frouxas (políticos, "intelectuais" e artistas). Vão cair tudo junto.

Michel Teló é o novo Tiririca

Muita gente está levando a sério a farsa do sucesso "internacional" de Michel Teló e sua musiquinha cretina que parece coisa de debiloide. Mas estive pensando, ao ouvir - involuntariamente, já que toca em qualquer lugar - porque ela é cretina.

Simples: porque ela se parece com Florentina, único hit do comediante e atual deputado Tiririca. Mas como Teló tem cara de galã e sua musiqueta faz muito sucesso entre as jovens mulheres festeiras e nos lugares onde elas estão (o que faz com que a canção seja utilizada como "cantada" para a juventude bregalizada), que muitos não observam a ridiculosidade presente - de maneira evidente - nela.

Aqui posto as duas para que possam observar a semelhança e perceber que é coisa que só pode ser digna de comediante, mas quando levada a sério expõe até que ponto um ser humano pode chegar ao ridículo.





E de quebra a versão em "ingrês" (aprendido na escolinha de Joel Santana) da cancãoneta, que consegue ser ainda pior que a original.


domingo, 5 de fevereiro de 2012