quarta-feira, 26 de maio de 2021

"Funk" Ostentação exalta o Capitalismo

Os esquerdistas brasileiros são muito ingênuos. Defendem com unhas e dentes, sem dar espaço a qualquer argumentação que não seja a favor, esse troço conhecido como "funk" ostentação. Só que mal sabem os esquerdistas - que deveriam estar ouvindo coisa muito melhor - que o "funk" ostentação exalta o Capitalismo e tudo que este sistema ganancioso e arrivista oferece.

Bom lembrar que o "funk" é uma farsa que infelizmente é levada a sério por aqueles que fingem apoiar as classes pobres. O "funk" nasceu nos escritórios de gravadoras, inspirado no Miami Bass e no Hip Hop dos EUA. Seus "artistas" são pobres desempregados que enxergaram na música um meio fácil e rápido de subir na vida, de abandonar a miséria, já que não encontraram outro meio para isso.

Daí a falta de talento e vocação musical, além da adesão a um tipo de música fácil de fazer, que não exige nem esforço nem conhecimento, mas oferece reconhecimento imediato e sucesso estrondoso, além de gerar muita renda, muito dinheiro derramando para todos os lados.

E qual periférico que não gostaria de ganhar muito dinheiro e melhorar de vida? O "funk" dá essa oportunidade e a sua versão ostentação é a admissão desta vontade. O funqueiro ostentação assume que é capitalista, consumista, de direita, quer enriquecer e esfrega isso na cara de quem não gosta. Vários intérpretes inclusive, são bolsonaristas assumidos, embora esquerdistas tentem convencê-los a mudar o lado de sua orientação política e social.

E os trouxas de esquerda achando que são apenas pobrezinhos mostrando o que sabem fazer através daquilo que definem como a "nova e inquietante revolução cultural-intelectual da música brasileira atual". Nossa! Quanta idiotice e má informação em defender algo tão tosco e tão arrogante!

quinta-feira, 20 de maio de 2021

"Funk" não é ouvido por prazer auditivo, mas para se auto-afirmar como pró-pobre ou pró-negro

Pelas características que o "funk" brasileiro possui, é impossível que alguém ouça o ritmo por prazer auditivo. É como tomar cerveja, uma bebida com gosto amargo e nociva à saúde. Existe algum outro motivo para que coisas desagradáveis sejam consumidas com apreço. Em geral o motivo é social, para agradar as outras pessoas.

O ser humano é um ser social e os brasileiros são mais sociais ainda. Aparecer para os outros e agradar a vontade alheia são prioridades máximas, já que em um país subdesenvolvido, cheio de dificuldades, é praticamente impossível conseguir algum benefício sem contar com a vontade alheia.

Isso faz com que o "funk" seja bastante apreciado, principalmente por aqueles que se assumem como apoiadores do povo pobre - embora o "funk" tenha nascido nos escritórios de gravadoras e enriqueçam seus intérpretes, oferecendo a estes uma mobilidade social radical - que acabam ouvindo muito mais como forma de declarar o seu amor para o povo pobre e negro do que para ouvir algo que agrade aos ouvidos.

Não raramente, esta audição, que tem que ser ostensiva - ouvir "funk" no fone de ouvido não está com nada - é feita para irritar quem não gosta, como forma de acusar estes de serem preconceituosos e anti-progresso, quando na verdade a reprovação é apenas auditiva. O "funk" é realmente irritante como sonoridade.

Isso explica porque os fãs de "funk" demonstram um certo orgulho em suas audições, colocando em volumes altos e mostrando de forma ostensiva porque curtem "funk". Mesmo que odeiem pobres, os ouvintes de "funk" podem fingir que adoram e ficar de bem com os mais humildes, mesmo que tudo não passe de uma autêntica farsa.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

Bumbum Tantã: um jeito infantil e idiota de defender a vacinação

Cada verão, um modismo é lançado para entreter as massas em seu período de ócio causado pelas férias. Como em época de lazer e descanso, ninguém gosta de raciocinar, embora adore posar de "inteligente" e "revolucionário", aderir a onda do momento é uma ordem obedecida com muita empolgação, pois nos dá a ilusão de que estamos informados e incluídos socialmente. É isso que importa.

E a onda do momento é conhecida como Bumbum Tantã (que faz trocadilho com o famoso laboratório brasileiro), uma asneira atribuída a um tal de MC Fioti, como uma espécie de hino em prol da vacina que promete curar a humanidade da Covid 19, uma doença nova, uma espécie de forma mais violenta e letal de gripe, e que possivelmente foi criada como arma química criadas pelos EUA para desmoralizar a China, confirmada nova nação-líder do planeta para os próximos anos.

A doença, que não cessa de matar multidões, incluindo muitos famosos, tem imposto uma mudança em os nossos costumes e limitado bastante a nossa liberdade, não somente de ir e vir, como de nos relacionar com outras pessoas, já que a covid é altamente contagiosa e não sabemos quem é o ser humano que provavelmente nos contagiará.

Porém, há muitos negacionistas com medo de que a China, um país de mentalidade progresissta, use a vacinação para nos controlar ideologicamente, recusam a tomá-la, criando uma campanha de anti-vacinação que é relativamente poderosa e influente. Para isso, inventam remédios e outras formas de suposta cura para que ninguém possa ser vacinado pela criação chinesa, ignorando que a doença possa ter sido criada pelos EUA, para manter o seu domínio insuspeito sobre a humanidade.

Mas poderíamos ser conscientizados de forma mais séria e responsável, não por uma musiquinha besta e irritante escrita por um debiloide sem talento, com letra mal escrita e cuja "conscientização" se limita a uma mensagem piegas e infantil com palavras mal escolhidas e que parecem ter sido escritas por uma criança de 5 anos com sérios problemas de retardamento mental. 

O tal de Bumbum Tantã assinada pelo tal de MC Mioti é uma forma de transformar a campanha pró-vacinação em uma idiotice a não ser levada a sério e pode favorecer a direita anti-vacina, que prefere campanhas mais sérias, embora baseadas em crenças tão idiotas quando a música de Mc Fioti, como a de que a vacina implantaria um chip através das artérias, para comandar nosso cérebro. 

Besteira. Do jeito que anda a tecnologia, se fosse para implantar chips para nos controlar, isso já teria sido feito faz tempo. Mas não precisamos de chip. As regras de convivio social e a regulação ideologica feita pelos meios de comunicação já controlam nossas mentes há muitas décadas, sem precisar enfiar qualquer coisa através da circulação sanguínea ou por outro meio, para que chegue aos nossos cérebros. Nosso medo da solidão já nos faz submissos a quaisquer ideologias.

Mas fiquemos tranquilos. Como acontece com todos os funkeiros, MC Fioti vai curtir os seus 15 minutos de fama e ao alvorecer deste verão, vai sumir com um passe de mágica e a população não se lembrará mais desta palhaçada de Bumbum Tantã, que felizmente cairá no esquecimento, sem valorizar a tradic9onalmente desprezada ciência e sem colocar o "funk" no pedestal de "melhor tipo de música do planeta". idiotas nunca foram feitos para serem eternos. A medida que vamos amadurecendo, brinquedos vão sendo largados.

terça-feira, 12 de maio de 2020

Esquerdistas usam plateia para definir qualidade musical, e não obra

Infelizmente, no Brasil, a chamada crítica cultural foi sequestrada pela direita. Somente direitistas estão tendo a coragem de analisar obras artísticas e com base nas características das obras definir o que realmente é bom ou não. Sem essa de "alta cultura" e "baixa cultura" inventada pelos esquerdistas se baseando exclusivamente na plateia e no público receptor.

A cultura deve ser analisada pelas obras. Uma música não deveria ser tachada de "boa" só porque gostamos da plateia. O que observamos na defesa do "funk" é na verdade a defesa, não do estilo musical em si, mas do público que o ouve. O que cá pra nós, soa como uma segregação em si. Afinal, porque pobres tem que ouvir música ruim, quando ricos ouvem o que é bom?

Achar que um ritmo comercial, criado em "laboratório" (escritórios de gravadoras), deve ser assimilado como "a voz das periferias" é de um certo sadismo cultural. O que os ricos supostamente não querem ouvir, os pobres devem ouvir. Ah, ricos não gostam de "funk"? Hummm...

Ricos adoram "funk". Além do igualmente ruim "sertanejo universitário", que nada tem de sertanejo e muito menos de universitário, o "funk" já é trilha sonora de inúmeras festas do "grand mondé" e da classe média puxa-saco. Já é oficial o fato de que millennials detestam rock e se sentem mais a vontade em tipos de música bem mais catárticos em matéria de sexo e agressividade.

Mas é bom lembrar que o fato de ricos gostarem de "funk" nunca deve ser aceito como uma espécie de "aceitação dos mais ricos do valor do povo das periferias" pois gostar das mesmas coisas e ter os mesmos hábitos não faz de ninguém "gente como a gente" se as desigualdades continuam mantidas.

Na verdade, o povo pobre merecia tipos de música melhores para os representar. O rap brasileiro tem qualidade e é melhor - e bem mais politizado - que o superstimado diferente do "funk", estilo da qualidade comprovadamente ruim. No passado, os pobres ainda tinham o samba de qualidade, mas ele foi sequestrado pelos ricos e virou "música de elite".

As esquerdas deveriam pensar melhor sobre exaltar o "funk" como "música boa das periferias". Será que o povo pobre não merecia tipos de música bem melhores. Deixem o "funk" para os alienados riquinhos: eles sabem o que fazer com essa barulheira porno-agressiva.

quinta-feira, 6 de junho de 2019

Funqueiros são tão burros que pegaram nome de outro tipo de música para aquilo que fazem e cultuam

Os funqueiros não estão satisfeitos com o espaço vasto que possuem. Querem mais e mais: querem ser  "A" cultura oficial do Brasil. Esforços não estão sendo medidos para que isso seja possível.

Mesmo com a grande - e justa, vale enfatizar - rejeição a essa coisa tosca e ridícula que cismaram em chamar de "funk", seus defensores insistem e ate lançam mão de absurdos para embutir no gênero todas as qualidades, sobretudo intelectuais que o gênero não possui.

Porque queiram ou não, esse equivoco chamado de "funk" é coisa de grosseirão ignorante, de burro mesmo! Os funqueiros são tão burros que chamam seu estilo com o nome que na verdade pertence a outro tipo de música totalmente diferente. Por isso que eu sempre escrevo entre aspas quando me refiro a essa nojeira sonora feita hoje no Brasil. Mas porque chamam assim?

A origem está nos bailes dos subúrbios nos anos 70


Nos anos 70 haviam os bailes de subúrbio que tocavam funk. Funk mesmo: James Brown, Earth Wind & Fire, Chic, KC & The Sunsshine Band e muitos outros. Havia espaço para a black music nacional (que em nada ficava a dever para a estrangeira em qualidade musical, superando até em alguns aspectos) e para novidades de então (como o Con Funk Shun). As pessoas iam para se divertir, não para ofender a sociedade com atitudes de baixo nível. 

Vou aproveitar e dizer uma coisa: se os bailes funk fossem como eram nos anos 70, eu ia numa boa. Nas conversas que tive com meu primo de Mesquita na época em que estávamos no final da infância, ele me relatava sobre esses bailes e pelo que ele contava eram realmente uma maravilha. Nada a ver com o que é feito hoje, tendo apenas os locais como única coisa em comum. Baile funk, nos anos 70, acreditem, era sofisticado e mesmo os suburbanos, com sua renda limitada, se esforçava para usar a melhor roupa para a ocasião.

E imagine só, dançando ao som de verdadeiras bandas-orquestras como a Earth Wind & Fire e a Kool & The Gang com suas músicas viciantes. Puxa, era muito legal! Porque acabaram com isso? porque não surgiram novos "Earth Wind & Fire"?

O funk, antigamente era sinônimo de coisa boa. Lembrando que gosto muito de funk (no sentido setentista e oitentista do termo - dos anos 90 pra frente, não me interessa), me surpreendi com a excelente cena de funk britânico e adoro charme (a versão romântica do funk oitentista). Dá até ódio saber que um rótulo ligado a tanta coisa legal hoje é estigmatizado por esta forma de neo-trogloditismo que a mídia insiste em legitimar na marra.

Os funqueiros que escolham outro rótulo para se auto-definirem (porque não uga-uga music?). Deixem os grandes mestres da belíssima black music em paz!

domingo, 2 de junho de 2019

Morre funqueiro de direita MC Reaça

Foi encontrado morto, em circunstâncias misteriosas, o corpo do funqueiro neo-nazista Tales Volpi Fernandes, conhecido como MC Reaça. A morte foi lamentada pelo presidente fascista Jair Bolsonaro, para quem o jovem compôs jingles em sua campanha. 

Informações oficiais falam em suicídio, pois Reaça, que estranhamente parece uma versão mais jovem de Marcelo Freixo, integrante do partido de esquerda-caviar PSOL e responsável por um manifesto pró-"funk", tinha medo de repercussões sobre suas posições políticas controversas. O jovem era assumidamente de direita e, segundo dizem, teria agredido a namorada (como um traste como este consegue conquistar mulher?) pouco antes de se matar. 

Parece novidade o fenômeno do "funk" de direita, apesar de todo o seu comercialismo musical e do patrocínio de muitos políticos de direita e milicianos ao ritmo, que incorpora a atitude sexista e pornográfica do controverso e hegemônico hip-hop americano, que eliminou o jazz e o blues da condição de "cultura oficial dos EUA".

Apesar do ritmo ridicularizar os pobres, a esquerda sempre tentou com insistência patentear o "funk", apesar de vários dos seus intérpretes serem assumidamente de esquerda, por terem subido na vida de forma tão rápida e fácil. DJs e empresários ligados ao "funk" são ligados a bancada evangélica e vários deles pertencem ao mesmo partido de Bolsonaro, o PSL, famoso pela postura semi-medieval.

Por isso que soa estranho para muitos o caso do MC Reaça, que soa como algo inédito para muitos esquerdistas, crentes que a transformação do povo pobre em versões porno-violentas dos bobos da corte daria dignidade aos jovens da periferia, infelizmente aprisionados em problemas crônicos que nem mesmo as esquerdas conseguem resolver.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Quando o povo se rebela, o "funk" entra em cena para controlá-lo

É muita coincidência ver que desde anos atrás, toda vez que a direita está ameaçada pela opinião pública, o "funk" é acionado através de alguma atividade que põe o controverso gênero em evidência. E hoje não está sendo diferente.

Um importante portal progressista fará uma entrevista com o líder da Liga do Funk (sic), Bruno Ramos. A entrevista pretende discutir o "preconceito" que o gênero (que de fato é ruim pacas, tosco e irritante) sofre. Interessante que é o único gênero musical que usa o coitadismo como marketing. Heavy Metal e Punk sempre sofreram preconceitos e nunca usaram isso para se promover.

A Liga do Funk representa o chamado "funk" ostentação. Esta subdivisão do "funk" é curiosamente capitalista, inspirada no hip-hop atual dos EUA, claramente direitista, que defende o consumismo irresponsável e vive ostentando uma vida de luxo, o que justifica o rótulo. Vários de seus intérpretes enriqueceram e vivem muito bem, mostrando que o "funk" é excelente trampolim para pobres que não querem trabalhar.

A tal entrevista - que não vamos dar dia, horário e o nome do tal portal para não dar audiência a um infiltrado pseudo-esquerdista como Bruno Ramos, um "Cabo Anselmo" moderno - a guerra híbrida precisa de muitos  "Cabos Anselmos" -  claramente patrocinado pelas instituições controladas por George Soros, que elogiou o tucano José Serra e patrocina instituições de esquerda para que elas não ameacem o Capitalismo.

É infelizmente curioso que a entrevista seja dada justamente quando a população, através de estudantes, começa a se rebelar cotra Bolsonaro. A direita, ao perceber o fracasso da tentativa de usar o Fascismo para proteger a ganância capitalista, agora tem outro plano.

O novo plano da direita é destruir as esquerdas por dentro, através de capitalistas infiltrados Tábata Amaral é a primeira, mas sabe-se que Bruno Ramos pretende ser político pelo PT, já que a mídia não conseguiu destruir o partido através da construção de lendas de que o partido seria uma organização criminosa altamente corrupta. O que é uma mentira bem mal contada.

Mas se o PT de fato nunca foi corrupto, pode passar a ser, se aceitar infiltrados como Bruno Ramos, agentes secretamente a serviço dos EUA, que se infiltram através da cultura, uma área frágil e cujo controla não desperta desconfiança da opinião pública. 

Há muitas décadas, os EUA tem usado a cultura para alinear multidões e transformá-las em carneiros obedientes a nunca ameaçar a ganância capitalista. Bruno Ramos não é o primeiro nem será o último agente a usar o "funk" para controlar a população. Ele apenas segue o processo de alienação já iniciado por MC Leonardo e por Rômulo Costa, este associado a vereadores bolsonaristas.

Todas as lideranças do "funk" e da chamada "cultura popular com 'P' maiúsculo" agem para transformar a cultura em algo idiotizante. Apenas o "sertanejo" resolve assumir seu direitismo, presente, mas enrustido nos outros gêneros.

É um perigo perceber que um gênero idiotizante como o "funk" é sempre acionado quando o povo se rebela. Os capitalistas perceberam que a manipulação cultural é muito mais eficiente no controle das massas humanas que tanques e canhões.

domingo, 28 de abril de 2019

Porque o "funk" carioca é ruim

Os defensores do "funk" carioca são gente sem noção. São tão tapados que para defender o "estilo", lançam mão de argumentos superficiais e padronizados, confirmando a ideia de que somente toscos defendem um gênero tão boçal.

Um dos argumentos é de que o "funk" sofre críticas por ter um conteúdo que faz apologias à violência e/ou ao sexo. Para eles, basta tirar o sexo e a violência para o "funk" ter qualidade. Verdade? Claro que não.

Esse é mais uma ideia tosca defendida pelos toscos defensores. Tá na cara que o "funk" é ruim porque É RUIM. Tirando a manjada associação com o sexo e a violência, vamos aos defeitos:

- Pra começar, "funk" é parte do que chamamos de "produto", uma música comercial ou influenciada pela música comercial, puramente lúdica, sem compromisso com intelectualidade e ênfase no visual e na dança. Mesmo que se torne válido, a função é puramente diversão e nada mais.

- Falta de melodia, de criatividade, de algo quer possa fazer do "funk" uma música agradável. Não vai além de uma ciranda infantil com instrumental tosco, muitas vezes inspirado nas "musiquinhas" de vídeo-game ou nos gaguejos presentes em várias versões remix feitos nos anos 80.

- Quem faz "funk" além de ter baixíssima escolaridade, não possui informação cultural decente, se baseando apenas no que vê na TV aberta ou nas rádios mais populares. Quando usa a internet, não vai além daquilo que já estava acostumando nos outros meios de comunicação. É um som típico de analfabetos, trogloditas e gente sem grandes perspectivas na vida, além de ganhar dinheiro para se sustentar.

- A pose de cultura se dá por "tiração de onda", pois não há nenhuma característica que o defina como cultura pura. Como falei, é um integrante da indústria cultural, comercial e feito apenas como diversão. O puxa-saquismo de "intelectuais" oportunistas é uma farsa. Pelas letras inócuas e estereotipadas e pela pobreza rítmica dá para perceber que é algo feito para ser descartado, mas não é devido aos interesses de quem lucra com isso.

- As danças do gênero são claramente ridicularizantes e humilhantes. Quem adere às danças do "funk" carioca faz papel de ridículo e comete gafes cada vez mais constrangedoras, dignas de um palerma completo. Seus defensores com absoluta certeza não são dotados do senso do ridículo.

Os defensores do "funk" inventaram esse papo de "cultura" para obter mais benefícios do Governo e tentar perpetuar seus lucros através da perenidade. Mas felizmente, as pessoas verdadeiramente intelectualizadas reprovam o "funk" carioca, que abandonado por quem tem senso crítico (e senso do ridículo também), vai perdendo simpatizantes a medida que estes desenvolvem seu intelecto.

Não adianta vir irritadinhos atacando este texto que está sendo lido. A raiva é sinal de derrota, pois quem sabe que tem consistência e dura, age com tranquilidade. Somente derrotados se revoltam diante uma crítica coerente.

E nem tirar sexo e violência de suas letras. Além de ser quase impossível essa dissociação (faz parte do universo cotidiano dos "apreciadores" do gênero), mesmo assim a tosqueira, a ridicularização e a burrice artística são coisas vitais para o gênero, e que se eliminados, acaba a razão de ser do "funk", extingindo definitivamente o gênero.

Portanto, defensores do "funk", vão aproveitando quando o gênero estiver na moda. Quando a humanidade se intelectualizar, vai abandonar essa "chupeta" musical e alçar voos mais altos, se lembrando que o cérebro foi feito para ser utilizado e que o senso do ridículo é na verdade o regulador de nossa honra e amor-próprio.

quinta-feira, 4 de abril de 2019

Esquerdas jogam o "funk" contra Paulo Guedes

A tentativa de Paulo Guedes, ministro do ultraliberalismo econômico e eterno Chicagão, tentou negociar com o congresso a extinção da aposentadoria no Brasil e tudo virou o maior barraco. 

Desesperado para agradar banqueiros, Guedes bateu boca com esquerdistas que , erroneamente, usaram gírias do "funk" para ofendê-lo. 

Disseram que Guedes era um "tigrão" com o povo e uma "tchutchuca" com o empresariado.

Logo o "funk", que tem dado muito dinheiro a empresários do entretenimento às custas de um ritmo ao mesmo tempo tosco e irritante, com letras sem pé nem cabeça, escritas por imbecis que nem completaram o ensino no básico.

Logo o "funk", que representa o enriquecimento fácil de cantores ruins e compositores ainda piores.

Logo o "funk", o mais capitalista dos ritmos, controlado pelas maiores gravadoras do país.

Logo o "funk", ritmo favorito dos machistas bolsonaristas, incluindo os prpoprios filhos do "Mito", fãs assumidos do gênero.

Logo o "funk", que apoiou Bolsonaro, sendo um ritmo patrocinado pelos milicianos.

O baile rola solto no Rio das Pedras, o Castelo das Pedras.

As esquerdas vivem no mundo da lua, ao apoiar um ritmo tão capitalista e tão bolsonarista.

Acho melhor os esquerdistas limparem os seus ouvidos e ouvirem músicas melhores.

segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Fãs de Bolsonaro chamam, através de "funk", mulheres de esquerda de “cadelas”​


Publicado em 24 setembro, 2018 11:38 am
Reportagem de Adriana Moyses no RFI.

Uma manifestação pró-Jair Bolsonaro, a “Marcha da Família”, realizada neste domingo (23) no bairro de Boa Viagem, em Recife, mais uma vez ofendeu as mulheres.

O refrão dizia: “Dou para CUT pão com mortadela e, para as feministas, ração na tigela. As minas de direita são as top mais belas, enquanto as de esquerda têm mais pelo que cadela”. Apesar do tom preconceituoso e insultante em relação às mulheres, a pedagoga Elissandra Cunha, de 43 anos, presente na passeata, disse não se incomodar.

“O Brasil precisa mudar e ele é a esperança de um país renovado. Sou mulher, sou professora e voto em Bolsonaro. Eu entendo essas acusações de que ele é grosseiro com as mulheres como uma manobra dos outros”, afirmou Elissandra.

A universitária Karen, estudante de geografia na Universidade Federal de Pernambuco, de 22 anos, também no cortejo, declarou que Bolsonaro defende “não só pautas econômicas importantes, mas também morais”. “Ele é contra o aborto, contra a legalização das drogas e eu, como cristã conservadora, defendo isso.”

OAB-PE repudia, em nota, funk misógino de eleitores de Bolsonaro

Brasil 247 -  Equipe Pernambuco 247

OAB-PE, por meio da Comissão da Mulher Advogada (CDMA), repudiou, em nota, o funk entoado por seguidores do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) onde as feministas contrárias à misoginia representada pelo candidato de extrema direita são comparadas a "cadelas"; Para a OAB-PE os estarrecedores trechos da música reduzem as mulheres à condição análoga de seres irracionais e incitam o ódio, a violência e o preconceito contra aquelas que se reconhecem feministas e/ou que têm orientação política diversa do aludido candidato"

Pernambuco 247 - A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Pernambuco (OAB-PE), por meio da Comissão da Mulher Advogada (CDMA), repudiou, em nota, o funk entoado por seguidores do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL), neste domingo (23), no Recife, onde comparavam as feministas contrárias ao presidenciável a cadelas.

"Dou para CUT pão com mortadela e para as feministas, ração na tigela. As mina de direita são as top mais belas enquanto as de esquerda têm mais pelos que as cadelas", cantaram os participantes da "Marcha da Família", como foi batizado o evento em apoio ao candidato de extrema direita.

Na nota, a OAB-PE destaca que "os estarrecedores trechos da música reduzem as mulheres à condição análoga de seres irracionais e incitam o ódio, a violência e o preconceito contra aquelas que se reconhecem feministas e/ou que têm orientação política diversa do aludido candidato".

"Em tempos em que, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, segundo dados do Relógios da Violência do Instituto Maria da Penha, não se pode admitir que, sob o manto da liberdade de expressão, qualquer partido político, seja ele de direita ou de esquerda, ofenda publicamente uma coletividade de mulheres, reforçando a cultura machista e misógina que, infelizmente, ainda insiste em matar muitas mulheres todos os dias", diz o texto da nota subscrita pela presidente da Comissão da Mulher Advogada, Ana Luiza Mousinho.

Veja a íntegra da nota da OAB-PE.

A Comissão da Mulher Advogada (CDMA) da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Pernambuco, manifesta seu profundo repúdio a uma das músicas cantadas neste domingo (23.09) durante a "Marcha da Família" do candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro, que aconteceu no bairro de Boa Viagem, na cidade do Recife.

A letra, entoada em coro, afirma que às feministas deve ser dada "ração na tigela" e que as mulheres "de esquerda têm mais pelo que cadela".

Os estarrecedores trechos da música acima transcritos reduzem as mulheres à condição análoga de seres irracionais e incitam o ódio, a violência e o preconceito contra aquelas que se reconhecem feministas e/ou que têm orientação política diversa do aludido candidato.

Em tempos em que, a cada dois segundos, uma mulher é vítima de violência física ou verbal no Brasil, segundo dados do Relógios da Violência do Instituto Maria da Penha, não se pode admitir que, sob o manto da liberdade de expressão, qualquer partido político, seja ele de direita ou de esquerda, ofenda publicamente uma coletividade de mulheres, reforçando a cultura machista e misógina que, infelizmente, ainda insiste em matar muitas mulheres todos os dias.

Ana Luiza Mousinho

Presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB PE.

----------------------------------------------------------------------
NOTA DO BLOG: E depois vem os esquerdistas ignorando que o "funk" é de direita, inventando que conservadores detestam "funk", a trilha sonora oficial oficial das festinhas nas mansões da bem nascida juventude enriquecida brasileira.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Toda vez que a direita se ferra, o "funk" é acionado

Já repararam que toda vez que a direita se ferra, o "funk" é acionado? Hoje vivemos em uma crise total que desmascarou o golpe, com alto risco do governo Temer cair e ao mesmo tempo surge a notícia de que aumentaram as execuções de "funk" no Sportify (programa de streaming musical), fato comemorado ingenuamente pelas esquerdas que medem qualidade musical pelo público e não pela qualidade da obra feita.

Em outros episódios sempre vemos isso: direita ameaçada, solta o "funk". Todos sabem que "funk" é de direita, ridiculariza o povo pobre, é tosco, ruim, tem a ver com pornografia, tem a ver com violência, é patrocinada pelo Grande Capital e segue todas as regras da música de mercado. O que invalida o "funk" como cultura legítima, nunca passando de mero lazer para desocupados.

Bom lembrar que "funk" é curtido massivamente pelos jovens de classe média alta, inclusive direitistas. Alexandre Frota é patrocinador do "funk" e Rômulo Costa, dono da Furacão 2000, maior divulgadora do gênero, tem representantes na mais direitista bancada evangélica.

Não se iludam. "Funk" é de direita. "Funk" é golpe. "Funk" é Temer. Quem discordar, vive fora da realidade.


sábado, 27 de janeiro de 2018

"Funk" um amontoado de modismos

Com certeza você não se lembra mais dos nomes dos MCs que fizeram sucesso durante cerca de 15 dias e sumiram repentinamente para dar lugar a outros modismos do "funk". E nem tem como. o "funk", do contrário que os seus defensores dizem, nada tem de cultural. É um produto criado para animar umas festinhas e só. 

As pessoas que veem brilhantismo no sempre tosco "funk" são gente que vive fora da realidade e revela um "wishful thinking" em ver pessoas sem talento musical e com intelecto atrofiado serem transformados da noite ara o dia em "gênios intelectuais da nova MPB".

O "funk" nunca passou de um amontoado de modismo a chamar a atenção das massas e dar muit dinheiro a MCs e empresários. Muitos "funkeiros" hoje vivem como magnatas em algum bairro rico distante das favelas onde nasceram e riem da cara daqueles trouxas que acreditam que a cultura brasileira vai se desenvolver dando espaço a este tipo de cultura malfeita.

E não se preocupem. Toddynho, Diguinho e Don Juan estão curtindo seus minutos de fama. Daqui a poucas semanas, eles vão sumir, gastando bem o dinheiro ganho, para dar lugar a novos modismos ansiosos por seu lugar ao sol.


segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

"Funkeiros" ocupam sede da Rede Globo

Nesta manhã, "Funkeiros" ocupam a sede da Rede Globo, no Jardim Botânico. O motivo alegado pelo protesto é a participação da emissora no golpe que prejudicou as classes pobres. Mas o que se viu não foi exatamente um protesto e sim um baile "funk" ocorrido nas imediações da emissora.

A criatura se rebela contra o criador, pois a Globo foi a emissora que difundiu o "funk", ritmo de origem estrangeira surgido em Miami (??!!), terra do ultra-conservadorismo americano contra Cuba. O ritmo foi adaptado no Brasil com o acréscimo de um sampler de batidas de macumba feitos em teclados de pouco custo.

A emissora não levou a serio a manifestação, apenas tomando o cuidado para preservar o patrimônio, evitando depredações. Após o ocorrido sabe-se que tudo continuará na mesma, pois a manifestação em si não fere os interesses dos donos e patrocinadores da emissora. Pelo contrário, confirmando o sucesso das músicas do "funk" lançadas pela emissora.

Pelo jeito tudo não passou de uma festinha animada para um bando de alienados se divertir um pouquinho às custas de uma emissora que fingem odiar, mas fazem questão de assistir.

domingo, 11 de junho de 2017

Esquerda continua a usar o "funk" para oferecer a cara para a direita bater

Esquerdistas são ótimos quando falam de política, economia, leis e direitos humanos. Mas quando falam em cultura e em esportes, são um desastre. Só falam merda. E tem este troço de "funk" este ritmo chato, sem compromisso intelectual e totalmente malfeito que faz a esquerda gozar de prazer.
Houve um papo de que o "funk" seria criminalizado. Também não concordamos com isso pois um tipo de música não pode ser considerado crime só por ser ruim. Até o papo de que estimula a violência e o sexo não cola, pois há outros gêneros musicais que estimulam e ninguém está preocupado em criminaliza-lo. 

Mas como foi dito num desses sites que criticam o "funk", esse papo de criminalização mais parece uma propaganda às avessas em prol do "funk". Os defensores do "funk" decidiram usar o episódio para transformar o gênero, feito SOMENTE PARA DANÇAR em "ativismo social" e guerrilha de esquerda. E elegeram a sua "Anitta" Garibaldi. Adivinhem.

Agora os esquerdistas tentam usar uma cantora de música comercial, contratada por uma multinacional, que canta para ganhar dinheiro e sem qualquer tipo de engajamento político ou intelectual, para fazer do "funk" um ativismo social do tipo "vejo cabelo em casca de ovo e vou lutar para que isso seja admitido". Como se para a esquerda, povo pobre tem que ouvir merda sonora.

O texto que elogiou Anitta como "ativista social" ainda questionou o rotulo "falsa cultura" como se desse para fazer cultura sem cérebros. Não faz mal, para esta esquerda que gosta de ser ridicularizada pelas elites direitistas, bunda substitui o cérebro.

Como esquerdistas, nossa equipe se sente envergonhada, pois somos como Luís Nassif e o pessoal do Cinegnose, desejando que as classes populares tenham acesso à cultura de qualidade e não de um ritminho que mais parece som de videogame, com letras sem pé nem cabeça e que a todo custo, a base de muito coitadismo, tenta se impor cmo hegemonia cultural pelo Brasil.

As elites adoram uma esquerda ridícula. Com o "funk" a esquerda otária oferece com a maior alegria a sua cara para a elites direitistas baterem. E as elites vão batendo mesmo: e com força!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Representante de gênero musical blindado pela esquerda saúda juiz ídolo dos direitistas

Os esquerdistas mais ingênuos, que pensam que dá para fazer "cultura de verdade" usando como inspiração a música comercial que toca nas rádios e que nasceu em escritórios de gravadoras, por esta eles não esperavam. 

Uma representante do "funk", que os esquerdistas ingênuos - aqui somos de esquerda, mas não ingênuos - foi cumprimentar com empolgação ninguém menos que Sérgio Moro, juiz filiado ao PSDB, que é ídolo máximo dos direitistas e mais ainda dos fascistas.

Segundo texto do portal R7, Ludmila cumprimentou o juiz de forma empolgada, como se estivesse grata pela atuação do juiz, que segundo especialistas em direito, só comete erros e age como um carrasco parcial, nos moldes dos juízes do sistema fascista alemão.

Ludmila, que é vítima frequente de lamentáveis declarações de racismo, se esqueceu que boa parte dos racistas que a xingam são fãs fanáticos de Sérgio Moro e contam com a ação do juiz para "limpar" o país de todas as classes que supostamente ameaçam os interesses da elite branca, cristã, capitalista e patriarca.

Outra coisa a lembrar é que o evento em que Ludmila encontrou Moro é o mesmo onde o juiz foi fotografado alegremente com Aécio Neves, este envolvido em casos graves de corrupção, na presença de varias personalidades de direita.

A presença de Ludmila no evento foi pouco falada tanto pela imprensa golpista como pela imprensa alternativa. Há interesse de setores mais ingênuos da esquerda em desvincular o "funk" da direita, fazendo com que a presença da funkeira Ludmila no evento fosse ignorada ou esquecida.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

Funkeira sem noção: "censura" do YouTube faz parte da ética do site

Das duas uma: ou a arrogante e superestimada funkeira Valesca Popozuda não conhece o YouTube ou ela está querendo se promover com o episódio. Pois ela fez um clipe semi-erótico com uma música cujo nome é um palavrão e que foi automaticamente bloqueado, de acordo com as políticas de petica do site.

Não foi censura coisa nenhuma. O YouTube faz isso com todos os clipes direcionados ao público adulto, sobretudo os que possuem conteúdo relativamente erótico. É para proteger as crianças e mais sensíveis de verem cenas que eles possivelmente não irão compreender. Esse bloqueio feito pelo YouTube é normal e corriqueiro. Nunca censura.

É mais um jogo feito pela arrogante funkeira (que quer ser a nova Ivete Sangalo, no sentido de querer mandar na cultura) para se promover como "politizada", enganando os trouxas que pensam que ela quer "melhorar" a cultura com sue musiqueta ruim e sua postura de pseudo-símbolo sexual.

Funkeira sem noção: vê se desce do salto alto, assume que é ruim, feia e vulgar e aprenda mais sobre os contratos de utilização das redes sociais. Censura é o que a mídia faz, te blindando e proibindo você de ser criticada pelos muitos erros que você comete!

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Líder do Bonde do Rolê é fundador de entidade fascista

A esquerda que vê no "funk" a libertação das periferias caiu por terra. Foi revelado que o fundador da entidade fascista que ajudou a empurrar o golpe de 2016, o  ultra-retrógrado Movimento Brasil Livre (que de livre não tem nada), é o líder da banda curitibana de "funk" Bonde do Rolê, Pedro Ferreira.

As pessoas estão bem alienadas criando um maniqueísmo que diz que cultura de qualidade é de "direita" e cultura ruim é de "esquerda". É como serviço privado x público: rico consome produto de qualidade e o pobre que fique com a merda.

Mas hoje, isso nem faz sentido, se lembrarmos que os shows mais badalados de "sertanejo" e "funk" já atraem a jovem elite brasileira que vive trancafiada nos seus condomínios de luxo e nos seus caríssimos celulares de última geração, sem saber o que está acontecendo na vida real. Cantores de "funk" se encontram entre os que mais faturam em nosso país.

O "funk" carioca, o "Cabo Anselmo" do golpe de 2016, aos poucos se revela como projeto direitista para desmontar a periferia e ridicularizar as esquerdas. Triste é o pobre de esquerda que ainda se agarra ao seu queridinho "funk", seu ritmo-traíra.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

A Alerj decidirá que 6 de janeiro é "Dia do Funk"

O "Funk" carioca, o único ritmo que tem na pose de vítima como sua principal tática publicitária, poderá ganhar a sua data comemorativa, 6 de janeiro, curiosamente um período de férias escolares e profissionais. Curiosamente a iniciativa partiu de um vereador do golpista PMDB, André Lazaroni, secretário de esportes de Eduardo Paes e que apoiou Aécio Neves.

A esquerda precisa entender que o "funk" é iniciativa capitalista de degradação das classes populares e que suas características ofendem as classes pobres. Por isso não é estranho saber que um político de direita se lança em prol da iniciativa.

A decisão é de responsabilidade da Alerj, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro, que não possui competência técnica para decidir sobre cultura (a competência é do IPHAN). O processo que oficializará a data ainda está em andamento.

Os defensores do nefasto gênero vão continuar nos empurrado goela abaixo este ritmo tosco, burro, grotesco, malfeito, tentando desafiar a lógica, propondo que a qualidade musical vai melhorar através da sua piora, classificando como "cultura" algo que nada acrescenta de positivo à sociedade brasileira. Durma-se com um barulho desses.


sexta-feira, 12 de agosto de 2016

"Funk" é projeto secreto da direita para derrubar a esquerda

O título desta postagem parece bombástico, soando como uma teoria conspiratória. Mas não é. É infelizmente um fato que temos que aceitar. O ritmo que muitas vezes representa a principal - senão a única - forma de lazer do povo pobre pode na verdade ser uma armadilha.

Já tinha ouvido de fontes seguras avisos de que haveria um grande número de pessoas interessadas em usar a cultura como forma de manipulação das massas e imobilização social, para os obrigar a aceitar as suas condições de inferioridade, e manter as elites sossegadas com seus privilégios.

Muita gente está sendo paga para se infiltrar nas esquerdas para desmontá-la através da deturpação da cultura pobre. Danças ridículas, ritmo que mais parece um som de videogame mal togado, letras toscas que estimulam sexo, violência e em casos mais comportados, o conformismo ("eu só quero é ser feliz na favela onde eu nasci"). Enfim, toda a construção de um estereótipo que faz com que os povo pobre seja ridicularizado e impedido de ser levado a sério em suas justas reivindicações.

Neste estereótipo, os pobres foram reduzidos a macaquinhos de realejo, que encantam quando estão dançando mas metem medo ao primeiro rugido. Não raramente corremos para longe quando os pobres começam a reclamar pelos seus direitos, como fazem os movimentos sociais hoje criminalizados pela direita fascista que secretamente controla o "funk".

Aliás, várias coincidências vem levantando suspeitas de que o "funk" na verdade é um instrumento da direita para desmoralizar os movimentos sociais. O forçamento de barra para que um ritmo feito somente para dançar e se divertir seja convertido em "ativismo de protesto", pesar de suas características mostrem o posto, pode ser uma boa pista de utilização do funk" para a manobra das massas.

Afinal seria natural que o "funk" ficasse na dele, que fosse levado apenas como forma de diversão. Mas é utilizado como "forma de auto-afirmação" do povo pobre e sua grosseria típica de trogloditas e confundida como rebeldia. Como se esfregar o traseiro na cara da elite fosse uma forma inteligente de reivindicar pelos seus direitos.

Sabe-se que o "funk" está sendo patrocinado por varias instituições de direita. O Open Society do especulador de direita George Soros (ligado a CIA americana), através de instituições afiliadas, patrocina muitas atividades ligadas ao "funk", assim como patrocinou movimentos ligados a direita brasileira, como o Vamos para a Rua e protestos organizados pelo grupo Revoltados On Line

A Rede Globo, emissora cúmplice do golpe anti-PT, é o principal canal de divulgação do "funk", com muitos funqueiros contratados pela Som Livre, braço musical da emissora. Mr Catra é amigo íntimo de Luciano Huck, parceirão de Aécio Neves, além de ser machista, como a esquerda condena. MC Leonardo se tornou conhecido graças ao cineasta de direita José Padilha, integrante do instituto neo-medieval Millenium. Vários funqueiros assumiram posturas elitistas após se enriquecerem, enterrando o passado sofrido que tinham.

Fatos estranhos acontecidos recentemente sugerem que toda vez que a direita ameaça fracassar, uma polêmica envolvendo o "funk" é lançada à tona na tentativa de amordaçar a esquerda para proteger a direita. No dia do julgamento do impeachment de Dilma, a Furacão 2000 fez uma festa de despedida para a presidente em um show gratuito na Praia de Copacabana, que atraiu um numero imenso de pessoas.

Estes e outros fatores provam que o "funk" é na verdade um instrumento usado pela direita para imobilizar as classes populares. Nada mais fácil e indolor (sem armas, sem tiro, sem derramamento de sangue) que derrotar o povo pobre distorcendo a sua imagem, cada vez mais ridicularizada. Danças ridículas calam mais do que mordaças.

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Falsos nerds fazem "funk" sobre video-game

Se eles dizem "está tudo dominado", eu digo que está tudo errado. Parece que além da cultura brasileira estar morrendo para dar lugar a um bando de picaretas popularescos (axé, pagode, "sertanejo", "funk", brega e afins), semi-analfabetos, a cultura nerd brasileira, que nem nasceu direito, já é sufocada por um bando de farsantes que só por não terem o porte físico de um jogador de vôlei, já se acham os maiores nerds, como se ficar mais de 4 horas na frente de um computador fosse a única condição para se tornar um nerd.

Esses bestalhões do Sub Zero (deve ser primo do NX Zero - a cara de emos sem maquiagem não engana) criaram uma porra chamada de "Funk do Mortal Combat", que parar mim soa como algo criado por quem não tem mais o que fazer. Brega é a palavra que se encaixa com perfeição nessa idiotice.

Se bem que o "funk" mais parece ruído de video game. Ou seja barulho. Nada em de musical muito menos de cultural e menos ainda de cultura nerd. A não ser que Fernandinho Beira Mar seja o maior nerd do Brasil.

Se acham que arrumar mulher está difícil - e está mesmo! - porque não aproveitam o tempo livre para fazer algo de mais produtivo, ao invés de estragar a nossa já finada cultura, repleta de gente sem talento e de baixíssima escolaridade,encarregada de destruí-la em troca de alguns trocados.

Sub Zero, assumam: vocês não sabem fazer música, como nenhum funqueiro de meia tigela não sabe. Tentem ganhar dinheiro de outra forma, vendendo video game, ora. Com isso, ficarão bem mais ricos e não estragarão a nossa cultura.

E vão catar mulher que é melhor! Como vocês não são nerds, vão conquistar mulher rapidinho.

Procurem o tal vídeo. Não coloco aqui porque terei que pedir licença parar ir ali no cantinho para poder vomitar....

-------------------------
NOTA: Ainda bem que os infelizes declararam em uma entrevista que não são nerds. Dá para ver que não são. Nerd legítimo não faz isso. Funk (legítimo), para os nerds, é isso aqui.

Se os mauricinhos do Sub-Zero continuassem insistindo nesse papo de "ser nerd", eu chamaria os seguranças da Lambda, Lambda, Lambda para dar uma boa sova nesses filhos de uma égua!