quarta-feira, 26 de maio de 2021
"Funk" Ostentação exalta o Capitalismo
quinta-feira, 20 de maio de 2021
"Funk" não é ouvido por prazer auditivo, mas para se auto-afirmar como pró-pobre ou pró-negro
O ser humano é um ser social e os brasileiros são mais sociais ainda. Aparecer para os outros e agradar a vontade alheia são prioridades máximas, já que em um país subdesenvolvido, cheio de dificuldades, é praticamente impossível conseguir algum benefício sem contar com a vontade alheia.
Isso faz com que o "funk" seja bastante apreciado, principalmente por aqueles que se assumem como apoiadores do povo pobre - embora o "funk" tenha nascido nos escritórios de gravadoras e enriqueçam seus intérpretes, oferecendo a estes uma mobilidade social radical - que acabam ouvindo muito mais como forma de declarar o seu amor para o povo pobre e negro do que para ouvir algo que agrade aos ouvidos.
Não raramente, esta audição, que tem que ser ostensiva - ouvir "funk" no fone de ouvido não está com nada - é feita para irritar quem não gosta, como forma de acusar estes de serem preconceituosos e anti-progresso, quando na verdade a reprovação é apenas auditiva. O "funk" é realmente irritante como sonoridade.
Isso explica porque os fãs de "funk" demonstram um certo orgulho em suas audições, colocando em volumes altos e mostrando de forma ostensiva porque curtem "funk". Mesmo que odeiem pobres, os ouvintes de "funk" podem fingir que adoram e ficar de bem com os mais humildes, mesmo que tudo não passe de uma autêntica farsa.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021
Bumbum Tantã: um jeito infantil e idiota de defender a vacinação
E a onda do momento é conhecida como Bumbum Tantã (que faz trocadilho com o famoso laboratório brasileiro), uma asneira atribuída a um tal de MC Fioti, como uma espécie de hino em prol da vacina que promete curar a humanidade da Covid 19, uma doença nova, uma espécie de forma mais violenta e letal de gripe, e que possivelmente foi criada como arma química criadas pelos EUA para desmoralizar a China, confirmada nova nação-líder do planeta para os próximos anos.
A doença, que não cessa de matar multidões, incluindo muitos famosos, tem imposto uma mudança em os nossos costumes e limitado bastante a nossa liberdade, não somente de ir e vir, como de nos relacionar com outras pessoas, já que a covid é altamente contagiosa e não sabemos quem é o ser humano que provavelmente nos contagiará.
Porém, há muitos negacionistas com medo de que a China, um país de mentalidade progresissta, use a vacinação para nos controlar ideologicamente, recusam a tomá-la, criando uma campanha de anti-vacinação que é relativamente poderosa e influente. Para isso, inventam remédios e outras formas de suposta cura para que ninguém possa ser vacinado pela criação chinesa, ignorando que a doença possa ter sido criada pelos EUA, para manter o seu domínio insuspeito sobre a humanidade.
Mas poderíamos ser conscientizados de forma mais séria e responsável, não por uma musiquinha besta e irritante escrita por um debiloide sem talento, com letra mal escrita e cuja "conscientização" se limita a uma mensagem piegas e infantil com palavras mal escolhidas e que parecem ter sido escritas por uma criança de 5 anos com sérios problemas de retardamento mental.
O tal de Bumbum Tantã assinada pelo tal de MC Mioti é uma forma de transformar a campanha pró-vacinação em uma idiotice a não ser levada a sério e pode favorecer a direita anti-vacina, que prefere campanhas mais sérias, embora baseadas em crenças tão idiotas quando a música de Mc Fioti, como a de que a vacina implantaria um chip através das artérias, para comandar nosso cérebro.
Besteira. Do jeito que anda a tecnologia, se fosse para implantar chips para nos controlar, isso já teria sido feito faz tempo. Mas não precisamos de chip. As regras de convivio social e a regulação ideologica feita pelos meios de comunicação já controlam nossas mentes há muitas décadas, sem precisar enfiar qualquer coisa através da circulação sanguínea ou por outro meio, para que chegue aos nossos cérebros. Nosso medo da solidão já nos faz submissos a quaisquer ideologias.
Mas fiquemos tranquilos. Como acontece com todos os funkeiros, MC Fioti vai curtir os seus 15 minutos de fama e ao alvorecer deste verão, vai sumir com um passe de mágica e a população não se lembrará mais desta palhaçada de Bumbum Tantã, que felizmente cairá no esquecimento, sem valorizar a tradic9onalmente desprezada ciência e sem colocar o "funk" no pedestal de "melhor tipo de música do planeta". idiotas nunca foram feitos para serem eternos. A medida que vamos amadurecendo, brinquedos vão sendo largados.
terça-feira, 12 de maio de 2020
Esquerdistas usam plateia para definir qualidade musical, e não obra
quinta-feira, 6 de junho de 2019
Funqueiros são tão burros que pegaram nome de outro tipo de música para aquilo que fazem e cultuam
domingo, 2 de junho de 2019
Morre funqueiro de direita MC Reaça
quarta-feira, 8 de maio de 2019
Quando o povo se rebela, o "funk" entra em cena para controlá-lo
domingo, 28 de abril de 2019
Porque o "funk" carioca é ruim
Os defensores do "funk" carioca são gente sem noção. São tão tapados que para defender o "estilo", lançam mão de argumentos superficiais e padronizados, confirmando a ideia de que somente toscos defendem um gênero tão boçal.Um dos argumentos é de que o "funk" sofre críticas por ter um conteúdo que faz apologias à violência e/ou ao sexo. Para eles, basta tirar o sexo e a violência para o "funk" ter qualidade. Verdade? Claro que não.
Esse é mais uma ideia tosca defendida pelos toscos defensores. Tá na cara que o "funk" é ruim porque É RUIM. Tirando a manjada associação com o sexo e a violência, vamos aos defeitos:
- Pra começar, "funk" é parte do que chamamos de "produto", uma música comercial ou influenciada pela música comercial, puramente lúdica, sem compromisso com intelectualidade e ênfase no visual e na dança. Mesmo que se torne válido, a função é puramente diversão e nada mais.
- Falta de melodia, de criatividade, de algo quer possa fazer do "funk" uma música agradável. Não vai além de uma ciranda infantil com instrumental tosco, muitas vezes inspirado nas "musiquinhas" de vídeo-game ou nos gaguejos presentes em várias versões remix feitos nos anos 80.
- Quem faz "funk" além de ter baixíssima escolaridade, não possui informação cultural decente, se baseando apenas no que vê na TV aberta ou nas rádios mais populares. Quando usa a internet, não vai além daquilo que já estava acostumando nos outros meios de comunicação. É um som típico de analfabetos, trogloditas e gente sem grandes perspectivas na vida, além de ganhar dinheiro para se sustentar.
- A pose de cultura se dá por "tiração de onda", pois não há nenhuma característica que o defina como cultura pura. Como falei, é um integrante da indústria cultural, comercial e feito apenas como diversão. O puxa-saquismo de "intelectuais" oportunistas é uma farsa. Pelas letras inócuas e estereotipadas e pela pobreza rítmica dá para perceber que é algo feito para ser descartado, mas não é devido aos interesses de quem lucra com isso.
- As danças do gênero são claramente ridicularizantes e humilhantes. Quem adere às danças do "funk" carioca faz papel de ridículo e comete gafes cada vez mais constrangedoras, dignas de um palerma completo. Seus defensores com absoluta certeza não são dotados do senso do ridículo.
Os defensores do "funk" inventaram esse papo de "cultura" para obter mais benefícios do Governo e tentar perpetuar seus lucros através da perenidade. Mas felizmente, as pessoas verdadeiramente intelectualizadas reprovam o "funk" carioca, que abandonado por quem tem senso crítico (e senso do ridículo também), vai perdendo simpatizantes a medida que estes desenvolvem seu intelecto.
Não adianta vir irritadinhos atacando este texto que está sendo lido. A raiva é sinal de derrota, pois quem sabe que tem consistência e dura, age com tranquilidade. Somente derrotados se revoltam diante uma crítica coerente.
E nem tirar sexo e violência de suas letras. Além de ser quase impossível essa dissociação (faz parte do universo cotidiano dos "apreciadores" do gênero), mesmo assim a tosqueira, a ridicularização e a burrice artística são coisas vitais para o gênero, e que se eliminados, acaba a razão de ser do "funk", extingindo definitivamente o gênero.
Portanto, defensores do "funk", vão aproveitando quando o gênero estiver na moda. Quando a humanidade se intelectualizar, vai abandonar essa "chupeta" musical e alçar voos mais altos, se lembrando que o cérebro foi feito para ser utilizado e que o senso do ridículo é na verdade o regulador de nossa honra e amor-próprio.
quinta-feira, 4 de abril de 2019
Esquerdas jogam o "funk" contra Paulo Guedes
segunda-feira, 24 de setembro de 2018
Fãs de Bolsonaro chamam, através de "funk", mulheres de esquerda de “cadelas”
----------------------------------------------------------------------
NOTA DO BLOG: E depois vem os esquerdistas ignorando que o "funk" é de direita, inventando que conservadores detestam "funk", a trilha sonora oficial oficial das festinhas nas mansões da bem nascida juventude enriquecida brasileira.
quarta-feira, 30 de maio de 2018
Toda vez que a direita se ferra, o "funk" é acionado
sábado, 27 de janeiro de 2018
"Funk" um amontoado de modismos
segunda-feira, 22 de janeiro de 2018
"Funkeiros" ocupam sede da Rede Globo
domingo, 11 de junho de 2017
Esquerda continua a usar o "funk" para oferecer a cara para a direita bater
As elites adoram uma esquerda ridícula. Com o "funk" a esquerda otária oferece com a maior alegria a sua cara para a elites direitistas baterem. E as elites vão batendo mesmo: e com força!
quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017
Representante de gênero musical blindado pela esquerda saúda juiz ídolo dos direitistas
segunda-feira, 7 de novembro de 2016
Funkeira sem noção: "censura" do YouTube faz parte da ética do site
É mais um jogo feito pela arrogante funkeira (que quer ser a nova Ivete Sangalo, no sentido de querer mandar na cultura) para se promover como "politizada", enganando os trouxas que pensam que ela quer "melhorar" a cultura com sue musiqueta ruim e sua postura de pseudo-símbolo sexual.
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Líder do Bonde do Rolê é fundador de entidade fascista
terça-feira, 4 de outubro de 2016
A Alerj decidirá que 6 de janeiro é "Dia do Funk"
A esquerda precisa entender que o "funk" é iniciativa capitalista de degradação das classes populares e que suas características ofendem as classes pobres. Por isso não é estranho saber que um político de direita se lança em prol da iniciativa.
sexta-feira, 12 de agosto de 2016
"Funk" é projeto secreto da direita para derrubar a esquerda
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Falsos nerds fazem "funk" sobre video-game
Esses bestalhões do Sub Zero (deve ser primo do NX Zero - a cara de emos sem maquiagem não engana) criaram uma porra chamada de "Funk do Mortal Combat", que parar mim soa como algo criado por quem não tem mais o que fazer. Brega é a palavra que se encaixa com perfeição nessa idiotice.
Se bem que o "funk" mais parece ruído de video game. Ou seja barulho. Nada em de musical muito menos de cultural e menos ainda de cultura nerd. A não ser que Fernandinho Beira Mar seja o maior nerd do Brasil.
Se acham que arrumar mulher está difícil - e está mesmo! - porque não aproveitam o tempo livre para fazer algo de mais produtivo, ao invés de estragar a nossa já finada cultura, repleta de gente sem talento e de baixíssima escolaridade,encarregada de destruí-la em troca de alguns trocados.
Sub Zero, assumam: vocês não sabem fazer música, como nenhum funqueiro de meia tigela não sabe. Tentem ganhar dinheiro de outra forma, vendendo video game, ora. Com isso, ficarão bem mais ricos e não estragarão a nossa cultura.
E vão catar mulher que é melhor! Como vocês não são nerds, vão conquistar mulher rapidinho.
Procurem o tal vídeo. Não coloco aqui porque terei que pedir licença parar ir ali no cantinho para poder vomitar....
-------------------------
NOTA: Ainda bem que os infelizes declararam em uma entrevista que não são nerds. Dá para ver que não são. Nerd legítimo não faz isso. Funk (legítimo), para os nerds, é isso aqui.
Se os mauricinhos do Sub-Zero continuassem insistindo nesse papo de "ser nerd", eu chamaria os seguranças da Lambda, Lambda, Lambda para dar uma boa sova nesses filhos de uma égua!



















